"A mais bela experiência que podemos ter é a do mistério. É a emoção fundamental existente na origem da verdadeira arte e ciência. Aquele que não a conhece e não pode se maravilhar com ela está praticamente morto e seus olhos ofuscados." .................................Albert Einstein

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Repensando o que somos

Este é um roteiro básico com perguntas que devemos nos fazer em certos momentos da vida.
É fundamental fazer um autoinventário honesto do modo como vamos traçando o nosso roteiro.
Relacionei apenas alguns pontos, mas sei que você deve ter outros tantos para acrescentar.

01 – Sou excessivamente temperamental?
02 – Sou egoísta, ciumento ou possessivo?
03 – Meu jeito de falar é grosseiro?
04 – Tenho falta de autoconfiança?
05 – Tenho falta de autoestima?
06 – Sou uma pessoa vingativa?
07 – Sou uma pessoa submissa?
08 – Até que ponto sou humilde?
09 – Aceito o outro como ele é?
10 – Como anda minha fé?
11 – Sou muito ansioso?
12 – Sou muito resmungão?
13 – Estou satisfeito com o meu trabalho?
14 – Trabalho com honestidade?
15 – Guardo sentimentos de culpa?
16 – Guardo sentimentos de raiva ou ódio?
17 – Estou indo rumo à autodestruição?
18 – Estou bebendo mais do que devo?
19 – Me alimento exageradamente?
20 – Exercito-me o suficiente?
21 – Estou crescendo intelectualmente?
22 – Estou evoluindo espiritualmente?
23 – Aproveito o tempo com meus filhos?
24 – Qual o tempo que eu reservo para mim?
25 – Em que nível está a minha ambição?
26 – Estagnei em minha vida ou carreira?
27 – Tenho medo dos outros?
28 – Tenho atitudes amigáveis?
29 – Sei que ainda tenho muito para aprender?
30 – Leio o suficiente?
31 – Confio em mim mesmo?
32 – Ofereço ajuda para o meu irmão?
33 – Quanto eu sou capaz de perdoar?

Tudo o que foi mencionado na lista acima pode ser corrigido, desde que você deseje muito fazê-lo. Lembre-se de que a atitude que tem para com você mesmo determina sua atitude em relação ao outro.
Foi uma honra compartilhar mais uma vez este espaço com vocês, leitores do Tribuna. Abraços.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Afinal, quem somos?

Sem ter a pretensão de impor um ponto de vista muito particular, quero apenas deixar uma reflexão para que você faça sua própria análise em relação a essa nossa jornada aqui neste terreno planeta.
Aqueles que foram ensinados da maneira mais tradicional, sendo levados a acreditar apenas nos fatos comprovados cientificamente, com certeza irão dizer que somos formas de vida obedecendo um ciclo de nascimento, vida, procriação e morte. Alguns até aceitarão que temos algo mais dentro de nós, uma espécie de alma ou coisa assim, mas que em nada interfere no modo “biológico” de viver.
Procuro fazer comparações sempre de maneira clara, para que um número maior de pessoas possa entender. Aos que já dominam tais assuntos, percebam como é fácil usar de simplicidade e como é simples transmitir uma mensagem. Aos que recém estão abrindo as portas da autopercepção e do autoconhecimento, saibam aproveitar estas oportunidades. Algumas novas e outras únicas.
Este é o propósito e, sem fazer uso dos chatos e dispensáveis termos técnicos ou palavras que impressionam, vou escrevendo sobre algo que sempre existiu, mas que nunca “paramos” para ver.
É como se todos nós estivéssemos em uma ilha. Aqueles primeiros pensarão estar no grande continente. Para eles, a ilha representa o todo.
Alguns ousarão se afastar um pouco da grande multidão e perceberão que há uma praia logo ali em frente. Olharão o mar e verão um imenso horizonte inexplorável. Estes são em menor número. Um pouco mais de visão e sensibilidade os perseguem.
Daquele já pequeno grupo, uma parte olhará para o lado. Haverão pequenos botes, tão próximos deles...quase inacreditável. – Para que tais barcos? Será que devo entrar? Há um par de remos, mas para onde, exatamente, irei remar? ... Puxa, é verdade, ainda precisarei remar. Deixa pra lá.
Haverão, ainda, os corajosos que empurrarão seus barcos até a água e entrarão dentro deles, assumindo os remos da sua vida. Estes ajudarão na construção de suas próprias histórias. Olhando para trás, talvez sentirão falta dos que ficaram.
Há um destino, com toda a certeza, porém são as nossas escolhas e o aprendizado que disso vier que determinarão o roteiro dele.
Que 2010 seja um novo roteiro. Abraços.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Pai nosso

O Pai nosso é mais que uma oração. É uma verdadeira e poderosa reflexão entregue pelo Mestre Jesus, para que possamos harmonizar o espírito, a consciência e também a matéria.
Não é protocolo a ser seguido, pois perde todo o sentido quando simplesmente repetimos palavras. Sentimentos e emoções, longe de serem tocados pelo som de algo decorado, gritam em profundo silêncio o som que esquecemos de ouvir.
Se neste momento você é incapaz de entender as inquietudes da sua alma, tente fazer sua própria oração, seu pedido de ajuda, seu pedido de justiça.
Quando entendermos que estamos juntos, e que juntos somos todos um, ficará fácil reconhecer o outro como irmão e que na unidade reside a força da união. Sendo uma só voz, diremos algo assim:
“Pai nosso que está no céu, e não somente naquela cruz de sofrimento e dor que ao longo dos tempos pede, inutilmente, que todos os homens se dêem as mãos. Pai nosso, que está em algum lugar, te faz novamente homem. Vem para guiar-nos, pois necessitamos do teu divino exemplo.
Pai nosso que está, em essência, dentro de cada um, quase que petrificado como nas imagens, quando deveria ser arrancado da cruz e abraçado.
Pai nosso que está acima de nós, recebe os nossos pedidos, e já que vieste por amor aos que neste mundo ainda carregam suas cruzes, segue iluminando com tua imensa luz a terra. Peço-te, por todos os homens que se arrastam como vermes, pelos tantos que pensam poder tudo, pelos inúteis e prepotentes governantes do mundo, pelos fracos que ante ao dinheiro se ajoelham servilmente, por aqueles enraivecidos, por aqueles que te ignoram ou te recusam, piedade.”

Já era tarde, naquele 24 de dezembro. A noite reinava, rodeada de estrelas e uma triste música murmurava repetidamente uma súplica, um sonho, um desejo. Era a minha alma que continuava a clamar num grave silêncio:
“Pai nosso, onde quer que estejas, tem piedade dos humildes, dos que sofrem, dos que imploram, dos que choram e dos que não conseguem chorar. Piedade dos que não conseguem amar. Pai nosso que está bem perto de nós, Cristo nosso, aqui estamos, cada um achando que tudo sabe, e que nada mais precisa aprender. Por nossos muitos e repetidos erros, perdão Pai.”

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Dizer o que...

Dia desses, conversando com uma amiga que lê a coluna, tive a nítida sensação de estar saindo do foco norteador do meu trabalho. Simplicidade com objetividade, é o que busco, sem a pretensão de querer ser o dono da razão. Deixando um pouco de lado o ceticismo, você terá algo a refletir ao longo do dia. Mas qual dia você irá escolher?
Dizia-me ela que o texto estava complexo, pois tratava de coisas simples, como aquelas descritas nas duas últimas colunas. Fazemos do nosso volátil dia um campo de fuga, um trevo com saídas que nos levam para qualquer lugar bem longe de nós mesmos. Por vezes, nosso dia se transforma em uma arena de guerra, minada de falsidade.
É disso que estou falando e é disso que sempre falei, do reduzido espaço de tempo que dedicamos àquilo que nos é mais precioso: nosso bem estar, nossa harmonia, paz, saúde e vida. Nossa alma.
Não somos apenas corpos, somos mais do que isso. Porém, quando adoecemos - e ainda não somos profundos conhecedores dos verdadeiros motivos que nos levam a este estado - é o órgão doente quem recebe os primeiros socorros. Primeiros e últimos, como bem sabemos, pois ali terminou o compromisso daquela que tão superficialmente nos trata. Assim como o pobre povo que, em dia de eleição, é transportado às urnas, também somos levados, desde sempre, a aceitar somente o que é cientificamente comprovado, pois de resto, é tudo muito empírico, dizem os que "tudo" sabem.
Vivemos "drogados" para não pensarmos em nossa busca por algo melhor. Achamos que doença é um estado normal, pois decorre do simples fato de estarmos vivos. E assim permitimos que calmantes e antidepressivos atuem "a nosso" favor.
Dizer o que então, se não estamos querendo entender o que está acontecendo, pois é mais fácil ficar assim, na absurda dependência das caixinhas.
Meu desafio tem sido este, o de fazer com que você ande pelas próprias pernas. Só dependerá do quanto você quer entender e aceitar.
Você não é o dono da sua vida, mas ela está sob sua custódia. Você é dono, sim, dos seus atos e escolhas. Que responsabilidade.
Espero, realmente, que você procure ampliar seus horizontes, passando a ver algumas coisas sob uma nova óptica. Bom para você, ótimo para todos nós. Precisamos crescer, e muito.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Conhecendo-se (2)

Na semana anterior iniciei aqui um exercício para ser feito a qualquer momento do dia ou da vida, independendo da idade ou estado de espírito. Uma parte sossegada na casa e a certeza de que ninguém irá perturbar, são os ingredientes para o seu exercício. Esse é um momento só seu, e precisa ser respeitado. Impraticável, não é? Sei que sim, mas é preciso. Conheço muitas pessoas que também não encontram tempo para si. Quer saber como elas andam? Não andam, são levadas. Mas isso é assunto para outro dia
Eis a continuação:
Feche seus olhos e volte-se para qualquer pensamento que surgir na tela da sua mente: pode ser uma nuvem em movimento ou qualquer outra coisa – apenas olhe, sem pensar, sem julgar, sem analisar, sem criticar e sem se preocupar.
Esta fase, como disse anteriormente, será um pouco mais complicada que a primeira, exatamente porque tudo nela será mais simples, e não estamos habituados a isso. Um conselho: Seja paciente, pois pode levar alguns dias, semanas, meses ou até mesmo anos até que você consiga atingir este estado: Vai depender exclusivamente do seu grau de atenção, intenção e dedicação.
Chegará, então, o dia em que os pensamentos não estarão mais lá. A sensação experimentada vai ser melhor do que na primeira fase. Será mais sutil, é verdade, porém marcante. Este será o momento de começar a terceira fase: observe o observador. Os objetos e os pensamentos foram deixados para trás. Agora você está sozinho. Seja o observador desse observador. No começo será difícil porque nós só sabemos prestar atenção em algo – um objeto ou pensamento. Agora não há nada, só o vazio absoluto. Apenas o observador permanece. Você tem que se voltar para si mesmo.
Descanse nesse instante de solidão e, quando o momento chegar, você saberá, pela primeira vez, o que é a alegria na sua forma mais pura. É você em sua essência. É o encontro com você mesmo.
Você precisa desaprender velhos hábitos e pensamentos. Preste atenção no que é mais simples, depois no que é sutil e, finalmente, no que está além do simples e do sutil. Este é um estado de MEDITAÇÃO. O real significado da palavra meditar é o oposto daquilo que aprendemos. Não é pensar sobre, e sim “não pensar”. É contemplar apenas, tal qual uma oração mental.
Um grande abraço e até a próxima.

Conhecendo-se (1)

Conhecer a si mesmo não é muito difícil. Você não precisa aprender quem você é, mas precisa, sim, desaprender algumas coisas.
Primeira etapa: você tem que desaprender a se preocupar com tudo e com todos. Isso não ajuda.
Segunda etapa: você tem que desaprender a se preocupar com os pensamentos “residentes”. São aqueles resistentes ao extremo.
A terceira etapa é uma conseqüência natural – basta observar. Qualquer lugar serve, o importante é começar a observar mais as coisas. Sentado, em silêncio, olhe uma árvore, por exemplo. Não pense e não se pergunte “Que tipo de árvore é essa?” – não julgue se é bonita ou feia, se está verde ou sem folhas. Não deixe que algum pensamento crie perturbações, apenas observe a árvore.
Você pode fazer este exercício em qualquer lugar, olhando qualquer coisa, apenas lembre-se que quando o pensamento vier, você deve colocá-lo de lado e continuar observando. No começo será chato, mas logo as pausas começarão a surgir: não haverá nenhum pensamento, mas você sentirá uma sensação de paz ou de alegria com esta simples técnica. Isso é uma meditação.
A árvore está lá, você está lá e entre os dois há um espaço vazio – sem pensamentos. De repente surge uma sensação boa, sem razão específica. Você aprendeu, então, o primeiro segredo.
Por ser mais simples, sugiro que você comece com um objeto. Você pode sentar-se em seu quarto e ficar olhando para uma fotografia – não pense, apenas olhe. Aos poucos, perceberá que há uma mesa ou algo assim. Você está lá, mas não há nenhum pensamento entre vocês dois. A sensação de paz, quietude, serenidade e simplicidade no pensar é imediata. É a sensação de contentamento que fica reprimida pelo excesso de pensamentos.
Comece com objetos e, quando tiver entrado no estágio de sintonia, ao sentir que os pensamentos desaparecem e os objetos permanecem, passe para a próxima fase, onde será exigido um maior grau de atenção e entrega. Será uma fase um pouco mais complicada, porque as coisas serão ainda mais simples, acredite.
Aproveite esta semana e treine a primeira parte da meditação. Na próxima coluna continuarei com este exercício.
Abraços e um bom final de semana.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Tempo

Se tempo é um conceito relativo, por que o deixamos ditar nossas vidas de maneira tão absoluta e cruel, quase que sem controle?
O tempo não é uma coisa real. É simplesmente um instrumento “inteligente” que inventamos para fazer planos com outras pessoas e organizar, de alguma maneira, as nossas tarefas cotidianas. Isso o torna, em teoria, apenas mais uma forma de controle, colocada ao nosso dispor. Mas não é isso o que vem acontecendo ao longo da vida.
Frequentemente atribuímos ao “nosso amigo” tempo mais importância do que ele tem e deixamos que ele defina todo o nosso desenvolvimento. Cada idéia nova, cada meta, cada projeto de vida precisa de um período de gestação, e a verdade é que nem todos têm a mesma tabela de tempo, de evolução.
É a nossa vida sendo determinada por um fio, ditada por uma de nossas piores e mais destrutivas invenções, o tempo. Ele é, por irônica natureza, mais letal do que qualquer instrumento de medida inventado pelo homem. Sem dúvida, o pior.
Você já se viu em voltas com alguma coisa a ponto de não perceber o quanto de tempo havia se passado? É em situações como esta que estamos, de verdade, em contato com nosso próprio instinto com relação ao puro valor do que estamos fazendo. É o momento em que deixamos nossa natureza criativa não apenas agir, mas também concluir no “tempo” necessário aquilo que foi iniciado. “Tudo no seu devido tempo”, como dizem.
Um de nossos maiores erros acontece quando começamos a comparar a nossa velocidade com as velocidades dos outros ou com algum conceito de tempo baseado em estatísticas ou em recordes, e começamos a duvidar de nós mesmos. Neste e nos momentos seguintes tudo o que faremos será tão somente o desligamento do nosso “eu”, da nossa própria intuição, pois estaremos nos moldando ao inútil formato do outro. Os parâmetros do outro são apenas dele, e quem sabe nem isso seja verdade, uma vez que as chances dele ter absorvido isso de alguém são imensas. Cópia não é aprendizado.
Tenha em mente, porém, que os resultados não são sempre destinados a satisfações de curto prazo, e você verá como a vida pode ser mais fácil para um ser temporalmente independente.Passemos, a partir de hoje, a conhecer as nossas reais necessidades não apenas pela razão do tempo, mas também pelo tempo do coração.

Procurando viver

Eu sou o que sou, com os erros e os acertos. Os outros são o que escolheram ser. Ontem e bem antes disso eu fui o que fui e, apesar de tudo, o mundo é o que é. Sem ter a pretensão de julgar, tente conhecer os verdadeiros motivos dos outros, dentro dos limites relativos de cada um. Ficará bem mais fácil entender, aceitar e mudar tudo aquilo que pode ser mudado em mim, para que eu sirva de exemplo ao outro, ou para que melhor eu possa ajudá-lo. Quanto ao planeta, humanamente não poderemos mais desfazer os erros cometidos, mas podemos parar de piorar, passando a ter um pouco mais de vergonha de tanta coisa ruim e errada que fazemos na nossa própria morada.
Quanto a nós, se pararmos com as batalhas pessoais, pararmos com o velho sistema de culpas e medos, provavelmente sentiremos um pequeno alívio, pois estaremos iniciando todo um processo de mudanças internas que são sutis, imperceptíveis muitas vezes, mas que nos proporcionarão um desenvolvimento pessoal em um relativo espaço de tempo, dependendo do esforço de cada um.
O grande segredo é SABER FAZER, e fazer com coração, da melhor maneira que pudermos. Tudo pode ser quando se sabe fazer. Toda a ação vem de uma causa (lembra do que falei na semana passada?), e se você sabe ou souber causar, então algo pode ou poderá acontecer. Seja um bom aluno, aprenda mais sobre você, busque dentro de você as respostas que os outros te negam. Este não é o papel deles. Nunca foi e nunca será.
Reveja a coluna da semana passada e pense um pouco naquilo que foi escrito não apenas com o coração, mas com um pouquinho de conhecimento e muita sensibilidade sobre um campo tão vasto e tão miseravelmente explorado por nós.
Esquecendo tudo o que passou e partindo do conceito que estamos aqui para fazer acontecer algo que desde sempre chamamos de VIDA, não faz sentido algum deixarmos envelhecer dentro de nós coisas que são motivos de tanta desarmonia, tristeza, dor, angústia, mágoa, culpa, medo, ódio e rancor. EU POSSO, a partir de agora, começar a despertar condições favoráveis para que tudo isso mude, para o meu próprio bem e para o bem daqueles que comigo caminham. Isso é PERDÃO, TRANSMUTAÇÃO e EVOLUÇÃO.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Erros, escolhas

Se você errou e logo percebeu o erro, esta é a hora certa para modificar, transmutar. Ao perceber e agir favoravelmente para que a situação tenha um final menos traumático, você estará amenizando os efeitos da LEI DE RETORNO. Bom para todos.
Se você magoou alguém, intencionalmente ou não, direcione para você e para essa pessoa um pedido de perdão, e tente afirmar para você mesmo que isso não pode mais acontecer, pois todo o problema está na repetição dos nossos erros. Errar é humano, como dizem, mas é o fato de persistir no erro que tem atrasado toda a nossa evolução. Isso é, originalmente, CAUSA E EFEITO, a famosa lei.
Já é bem antigo aquele entendimento de que todos nós trazemos uma bagagem de dívidas e que temos de pagá-las. Penso ser esta a justa condição para que a nossa evolução aconteça. CARMA é algo colocado no nível da alma. Esta progride, atinge um processo evolutivo e cresce. A alma tem todos os parâmetros da perfeição, da harmonia e da luz para fazer isso.
A energia do carma (velha bagagem, repleta de erros não resolvidos), vem da alma, enquanto que a energia de causa e efeito são emanações, e que até podem vir a ser um futuro carma se não forem aceitas e transmutadas na dimensão em que foram originadas.
A lei da vida é muito simples, aplicada ao nível da alma. Quando errar e machucar alguém, perceba isso e assuma todo o erro. Agindo assim estará transmutando isso. Ferir alguém significa ferir-se também. Livre arbítrio tinha que vir com manual de instruções e guia de boas maneiras.
Se você errar e permitir que o erro se perpetue, você estará criando mais daquela energia negativa. Isso é típico de quem costuma alimentar muita raiva ou guardar rancores. Se você não perceber isso e não mudar, infelizmente esse será o caminho que te levará a desarmonia. Você tem o poder de criar o seu “inferno particular”, porém não tem o direito de colocar outros dentro dele.Quando uma pessoa está bem consigo mesma, ela está bem com todos à sua volta. Precisamos entender que é chegado o momento de conversar de coração para coração, de alma para alma, e reafirmar o verdadeiro significado de VIDA.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Sofrer...

Não há como mudar, disfarçar ou esconder: é impossível ser um humano e não ter algum tipo de sofrimento, mesmo que seja por uma única vez.
O conceito de sofrimento pode variar muito. As causas que determinam este mesmo sofrimento podem não estar relacionadas entre si, nem serem de uma mesma fonte. Um mesmo sofrimento pode ser encarado de diferentes maneiras, dependendo de como estamos fisicamente, emocionalmente, mentalmente, espiritualmente e energeticamente.
Mas o que “sofrer” quer realmente dizer? Uma definição é “sentir dor e desconforto”, como os incômodos causados por algum tipo de doença. Todos nós entendemos perfeitamente este tipo de exemplo, pois temos um corpo, não podemos evitar a experiência da dor física – a nossa própria entrada neste mundo é permeada de sofrimento e dor, tanto para a mãe quanto para a criança. E, como somos criaturas emocionais, é impossível não nos sentirmos tristes ou chateados de vez em quando. No reino humano, a dor e o desconforto são simplesmente esperados.
Há ainda uma outra definição para a palavra “sofrer”, que é “passar por”. Todos nós conhecemos a expressão “arcar com as conseqüências”, ou “sofrer as penalidades”. Normalmente, atribuímos uma conotação negativa a isso devido à nossa noção judeu-cristã de julgamento, pecado e imperfeição humana. Mas “sofrer”, assim como “passar por” não precisa, necessariamente, ter uma conseqüência negativa. Podemos, da mesma maneira, obter resultados maravilhosos das nossas ações, quando finalmente somos promovidos, depois de anos de trabalho dedicado, ou quando nos emocionamos ao ver nossa casa pronta depois de anos de aluguel, mudanças e privações. Num sentido real, “sofrer” é a abreviatura da lei da causa e efeito. Quando focamos nossa atenção na dor e no desconforto, geramos mais dor e desconforto.
Se toda a nossa realidade já estivesse traçada, poderíamos ser bons ou ruins, que isso em nada mudaria. Imagine só se fosse assim. Fazemos nossa realidade dia após dia. Ao nos permitirmos viver e sentir todos os aspectos da vida, seus altos e baixos, as alegrias e os desafios, aceitamos nosso magnífico papel de co-criadores e a vida se torna uma grande aventura espiritual.
Foi um privilégio estar aqui mais uma vez.

Suportando pressões

Fortes é o que precisamos ser diante das adversidades da vida. Buscar aquela presença de espírito na hora de agir sob determinada pressão é imperativo. Conquistaremos, passo a passo, estes pequenos sucessos ao superarmos os desafios e problemas que se apresentam na nossa vida e que, não raro, parecem ser cada vez maiores.
Muitas vezes pensamos ter apenas passado por algo, mas na verdade houve ali uma grande superação, e isto precisa ser celebrado. Agradecer por cada conquista, por cada enfrentamento parece coisa boba, mas neste gesto abstrato reside um dos mais sólidos pilares do crescimento pessoal, a gratidão. Agradecer não somente aquilo nos foi presenteado, de alguma maneira, mas também tudo aquilo que superamos ou conquistamos.
Atitudes assim nos impulsionam para seguir em frente, dando-nos segurança para enfrentar aqueles momentos em que tudo o que fazemos parece não dar certo. Esta é a hora de suportar as pressões e seguir em frente. Pressões na escola, em casa, no trabalho, no relacionamento, enfim, pressões.
Você deve estar dizendo (ou pensando): “Ah, falar é muito fácil...” e eu digo que você está certo. Sem dúvida, tudo parece perfeitamente possível quando se desenha ou se escreve. É um mundo à parte, onde é possível passar a borracha ou usar as teclas del ou back space. Voltar apagando, para só então refazer. Que maravilha. Mas não é assim que caminha a humanidade. Nossos erros custam caro, e por vezes são irreversíveis, irreparáveis, fatais. E não só nesta hora, mas em todos os outros momentos que farão parte desta minha existência, penso que mesmo sendo difícil e distante de toda e qualquer teoria, preciso suportar e enfrentar. Não me resta outra alternativa, a menos que eu me entregue à derrota que reside dentro de mim. Dizia o velho xamã ao pequeno índio aprendiz: “Dentro de nós existem dois lobos. Um muito ruim, feroz. O outro é bom e corajoso. Os dois estão sempre em constante enfrentamento de forças...”
Curioso, o atento indiozinho perguntou qual dos dois lobos venceria a luta, ao que o sábio e já velho guerreiro de todas as terras, mestre da natureza, respondeu: “Aquele que nós alimentarmos.”
Ser forte será sempre nossa melhor escolha, lembrando que o nosso pior inimigo está dentro de nós. Foi um privilégio estar aqui mais uma vez.

Silenciar é preciso

De tudo aquilo que acredito saber, penso que somente duas coisas podem derrubar e derrotar o ser humano: uma fraqueza, menor do que ele, dentro dele (como o medo, a dúvida, a inveja, a raiva, a intolerância, o hobby de colecionar mágoas, etc.). A outra é uma força maior do que ele, fora dele, portanto. Como não existe fraqueza menor do que ele, que não seja ele próprio, e como não há uma força maior que ele, fora dele, que não seja a força de quem o criou, então, em teoria, o ser humano não poderia ser vencido gratuitamente durante seu ciclo normal de vida. Não é o que acontece. Somos nossos maiores inimigos. Somos nossos piores pesadelos. Somos, em rápida análise, os criadores da realidade que nos permeia.
Alguém disse assim: Pensar ser forte foi um erro meu – apoiar-me em minhas próprias forças, desejei eu, embaçado em elogios, aplausos, qualidades, ilusões de quem é adulto, mas ainda não cresceu; se eu me visse como pó que sou, fácil seria. Deus juntaria sua saliva a meu pó e eu me tornaria concreto, e o milagre então se realizaria e muitos certamente o veriam através de mim. Mas penso ser rocha; e ao fim sou apenas tropeço.
Existe dentro de você um elemento, que pode, também, ser chamado de princípio, e que faz brotar espontaneamente a capacidade para que todo o conhecimento necessário chegue até você, no tempo certo, e que lhe proporcione uma existência plena de harmonia. Esse elemento é a origem da sua vida, saúde, inteligência e de seu amor, e você o manifesta na proporção que adquire consciência dessas qualidades.
Se você quiser, será preciso mudar. Quando a vontade é verdadeira, ela se realiza, mesmo que você tenha que esperar por uma vida inteira. Ah, esqueci... você tem muita pressa. Que pena.
Se estivermos ocupados ou envolvidos demais com nosso trabalho, dificilmente teremos tempo para pensar um pouco mais além dos nossos mesquinhos horizontes. Ficamos limitados àquelas circunstâncias, sem perceber tantas outras coisas.
Não se iluda tão facilmente com as coisas do mundo. Para atingir seus objetivos, será necessário silenciar. O silêncio lhe dará um enorme poder de concentração, pois muitas vezes a paz que tanto buscamos está no silêncio que nunca fazemos.
Foi um privilégio estar aqui mais uma vez.

Sem contra-indicações

Existem muitos caminhos para a felicidade, para a harmonia, para a cura de antigas feridas. O REIKI é um desses caminhos. Por mais que eu fale ou escreva, ainda será pouco para definir o que é sentir essa energia restauradora e transformadora.
REIKI, além de propiciar um imediato bem-estar, promove a saúde física, emocional, mental e espiritual, através da energia universal, que é divina em sua essência. A energia flui nos corpos físico e energético, atuando na origem das doenças e/ou desarmonias, agindo mais intensamente onde é mais necessária, liberando energias bloqueadas ou estagnadas, ativando os centros energéticos e proporcionando a criação de um estado de paz, equilíbrio e conforto.
REIKI não é filosofia de vida e tampouco religião. Dizer que é um tipo de técnica o torna mecânico demais. Se eu falar que é uma energia curativa, seria, ao mesmo tempo, pouco e muito: Pouco diante do “muito” que ele muda em sua vida, ao longo das sessões; Muito porque talvez o Amor seja o único poder de cura, a essência de todo o trabalho de cura. Sem a presença desse amor incondicional, acredite, não é REIKI. Então, posso resumir dizendo que REIKI é, acima de tudo, um sistema natural de harmonização, transformação e reposição energética, onde a cura é o próprio Amor.
Tentativas de classificar os vários benefícios proporcionados pela ENERGIA REIKI, são e serão sempre incompletas, pois cada pessoa responde de uma maneira distinta. Em cada ser há um universo de emoções, bagagens de outras viagens, sonhos e frustrações, aprendizados e erros, lado a lado ou, não raro, frente a frente, transformando questões não resolvidas em eternos conflitos. Nesta hora é vital uma harmonização, seja ela da origem que for. E partindo da premissa que “nada nesta vida é por acaso”, tentando encontrar o elo identificador na pessoa diante de mim, penso que o conhecimento compartilhado é, dentre outras coisas, um forte determinante para a evolução na unidade interna que somos, pois sem este não haverá superações em direção do todo que – dentro de uma percepção maior, precisamos formar.
Com todo o seu poder e simplicidade, o REIKI propicia um modo sutil de começarmos a vivenciar o que chamamos de “A GRANDE JORNADA PARA A NOSSA MORADA INTERIOR.”

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Máscaras

São 07h43min de uma terça-feira muito apagada. Fechada em si mesma como tantos e tantos rostos que vejo na rua. Porque escolhemos ser assim?
Diferente, público e íntimo ao mesmo tempo, polêmico talvez e um tanto delicado para escrever é o texto que agora começa. Por vezes você sentirá, entre um parágrafo e outro, que uma pausa foi feita. Muito mais necessária do que se possa imaginar, ela precisa acontecer no nosso dia-a-dia também.
Alguém já percebeu o quanto pode ser ruim o modo como você se coloca diante dos demais a sua volta? Um rosto fechado acaba “fechando” não apenas portas, mas janelas também. Que benefício traz um rosto triste e desolado? É o papel de vítima que queremos para nossas vidas? Penso que não.
Se ando de bem com a vida, outros pensarão que está bem demais até, e a inveja será lançada.
Ficando triste, zombarão do meu fracasso. Em raras ocasiões sentirão pena de mim. Quero isso?
Já me disseram – e não foram poucas vezes, que muitas pessoas andam assim na rua porque absorveram o “jeito de ser” de outras. Ah, tudo bem, até entendo esse processo, mas a indagação, ou melhor, a indignação continua. Por que?
Desisto. Começo, então, a falar o que muitos (infelizmente) entendem como linguagem universal, não é? Derrota diante das coisas que tentam assolar nossa vida é uma das bandeiras que temos defendido. Revestida de uma desculpa qualquer, é uma das tantas máscaras que colocamos diante do rosto para encobrir a falta de coragem que temos para enfrentar desafios. Eis a máscara, de um peso sem igual, que para sustentá-la ainda precisamos erguer o nariz. Resultado: é aquilo que se vê todos os dias, a qualquer hora, onde quer que se vá.
“Capaz”, dirão alguns. Diante do espelho talvez você tenha essa confirmação. Espero que não.
Andamos armados, disfarçados, escondidos, covardemente mascarados diante da vida. E ainda defendemos tais posturas. Homens forjados na falta de humildade. Essa é a têmpera.
Quanto ao tempo fechado, finalmente está abrindo. Mais que um sol, temos um exemplo de vida aí fora, tentando nos fazer entender algumas pequenas coisas que podemos usar com sucesso nesta curta viagem. Texto pesado? Não mais que as máscaras. Até a próxima.

... continuando

Recordam o último texto? Na edição de nº 56 (15/08), citei algumas interrogações que fazemos a nós mesmos. Deixemos lá, pois assim lembraremos, vez ou outra, que elas existem. Como diz o comercial da tv, “não são as respostas que movem o mundo, mas sim as perguntas.” É mais ou menos por aí, sem querer parafrasear. O fato é que quando achamos que sabemos todas as respostas, vem a vida e troca todas as perguntas.
Aqueles por quês são seus. Dependerá única e exclusivamente das suas ações cada resposta que chegar até você. Tudo interligado com situações que te propiciarão alguma espécie de aprendizado, desde que saiba “ver” por esse lado. Muitas coisas, frutos daquilo que você mesmo plantou, ou permitiu que fosse plantado, nesta dimensão ou em “outra”. Tanto faz, é assim que “acontece” nossa jornada.
É bem assim que levamos nossa vida. E para que mais depressa passe – pois afinal de contas, é uma perfeita droga, a julgar pelo modo como a maioria vive, encobrimos questões não resolvidas, tais como amor, ódio, receio, mágoa e perdão.
Sempre foi mais fácil e prático olhar a sujeira do quintal do vizinho. Outros elogiam (ou invejam) a bela grama da casa em frente, como que buscando uma explicação para a ausência dos pássaros no seu próprio jardim. Ora, a quem estamos tentando enganar? Que “raios” o outro me fez que eu não consigo parar de me preocupar com sua vida? Mesmo imóvel, sigo seus passos como se os meus já não mais existissem. Talvez, lá no fundo eu seja mesmo parecido com ele, carregando seus piores defeitos, também. As escolhas são suas, sempre.
Ao seu alcance, você tem riquezas infinitas. Abra seus olhos e veja tudo o que há em você. Irão aparecer coisas boas que nem lembra mais, Alguns defeitos aparecerão, também. Aprenda com eles.
Muitas pessoas vivem totalmente fechadas para um potencial tangível, existente dentro de cada um.
Uma peça de ferro, quando imantada, levanta inúmeras vezes mais seu próprio peso. Porém, sem a magnetização, não erguerá uma agulha sequer.
Assim somos. A menos que os motivos sejam as “broncas” do passado, é o péssimo hábito que temos, o de deixar que o julgamento superficial das coisas sirva de guia para o nosso “hoje”. Trate melhor, com mais amor e dignidade a sua própria vida. É o seu motivo maior. Um forte abraço.

sábado, 15 de agosto de 2009

Por que?

Por que uma pessoa está triste e a outra, feliz? Por que uma vive cercada de bens materiais, alegre e próspera e a outra, pobre, solitária e sem nada? Por que uma está assustada e ansiosa e a outra, cheia de confiança e segura de si? Por que alguém tem uma casa bacana, confortável, enquanto outros levam uma vida humilde, em vilas ou favelas?
Por que uma é um grande sucesso na vida e a outra, um completo fracasso? Por que alguém é extremamente popular e o outro, um ignorado, sem qualquer expressão? Por que uma é genial em sua profissão e a outra, mesmo trabalhando por toda a vida, não consegue realizar coisa alguma de que possa se orgulhar? Por que uma é salva de uma doença grave e a outra, não? Por que tantas pessoas “boas” sofrem, na mente e no corpo, como se já estivessem condenadas? Por que tanta gente “ruim” prospera e desfruta de uma boa saúde? Por que alguns casamentos são contemplados com a felicidade e outros com o desentendimento? Afinal, o que é ser bom ou ser ruim? Quem é merecedor? Quem merece a dor? Trocadilho sem graça.
Sem ter a pretensão de sequer aprofundar este assunto, levanto estas perguntas que muitos de nós fazem a si mesmos em algum momento do dia ou da vida. Semanalmente deixo de lado aquilo que, talvez, fosse o mais simples de fazer, que seria escrever sobre as terapias com as quais trabalho, muitas ainda desconhecidas das pessoas que vivem longe dos grandes centros. Algumas são práticas antigas, outras nem tanto. Porém todas são terapias não invasivas ou agressivas à saúde por serem naturais, de incontáveis e duradouros benefícios, e que nos tem chegado com maior intensidade nessa nova era. Tempos desafiadores, controversos, confusos e de grandes mudanças. Tempos de incertezas.
Tento fazer a minha parte, e é exatamente isso que me faz estar aqui, escrevendo sobre algo que possa ajudar você em algum momento, não importando suas crenças ou descrenças religiosas, seu grau de instrução ou sua formação cultural, porque estas “ferramentas” transcendem o tempo, os dogmas religiosos e a cultura. Não há vínculo algum com sistemas de crenças, que fique claro.Semana que vem, ou na próxima coluna que eu escrever, continuamos. Fica no ar, sem ser vírus, este tema que é bastante vasto. Abraços.

Visualizações

Nem todos nós conseguimos imaginar cenas e acontecimentos com a riqueza de uma fotografia, porém todos nós possuímos a capacidade de criar imagens com variados graus de clareza ou nitidez. Visualizando sua casa, por exemplo, você saberá dizer quantas janelas ela possui, porque criará uma imagem mental que possibilitará a contagem das aberturas.
Já falei em colunas anteriores sobre a força dos pensamentos positivos e das intenções que – sem dúvida alguma, são instrumentos fantásticos para a obtenção das coisas que mais queremos para as nossas vidas. Uma nova postura mental criará as condições ideais para que esses pensamentos e intenções se firmem como estruturas possíveis, desde que você tenha consciência que precisa mudar, mesmo que nas mínimas coisas, aliás, o ideal para se começar.
Hoje falo das visualizações, que considero serem ainda mais fortes. Na maioria das vezes, antes mesmo de conseguirmos realizar qualquer coisa, precisamos imaginar todas as fases que irão propiciar a ação.
Imagine que você deseja pedir um aumento ao seu chefe. Será que consegue se ver fazendo o pedido? Se não conseguir se imaginar fazendo isso, é provável que essa situação nem chegue a acontecer e você continue com o mesmo salário.
Por outro lado, se você consegue visualizar a cena em que expõe suas razões e solicita um aumento com calma e firmeza, é provável que você venha a fazer isso realmente.
Os patrões já devem estar ”visualizando” uma fila de funcionários. Isso é bom. Para uma empresa ser saudável, precisará de funcionários satisfeitos.
Se você realmente deseja ser bem sucedido em algo, imagine-se como uma pessoa de sucesso. Faça isso muitas e muitas vezes.
Lógico, ao falarmos de visualizar, quer seja o sucesso ou qualquer outra coisa, devemos ter em mente que para isso acontecer, precisará haver um sincronismo com a nossa capacidade atual.
Imagine-se lidando com situações complicadas, difíceis, porém conseguindo resolver os problemas, lutando, às vezes com um certo grau de dificuldade até, mas sempre obtendo êxito e superando todos os contratempos, alcançando, assim, a realização.É sempre um privilégio estar aqui escrevendo para vocês. Um grande abraço, de coração.

Você quer, você consegue

Quem de nós já não sonhou com coisas que pareciam, num primeiro instante, quase que impossíveis? Nossos desejos e sonhos diários são, de certa forma, pequenos esboços daquilo que poderemos ser ou ter algum dia, se ali colocarmos toda a nossa atenção, determinação e intenção. Tipo “perseguição”, mesmo. Querer é intencionar, e intencionar é a etapa que antecede o conseguir, o alcançar.
Já foi escrito aqui que você é capaz, que é filho de um Ser maior que toda a sua capacidade de discernir e acreditar, ou não; duvidar, quem sabe, ou pior – renunciar. E ao renunciar seu “breve” histórico terrestre, você estará renunciando também sua capacidade de vencer, de superar obstáculos, de superar os pré-conceitos e velhos conceitos já sedimentados em algumas posturas, quer literárias, quer adaptadas por você mesmo a partir das coisas em que você acredita.
Sinceramente, todo aquele conjunto de idéias e pensamentos seus, já consolidados, de uma tal de “corrida atrás da máquina”, etc, me perdoe, mas devo lhe dizer que isso atrapalha bastante. O que me preocupa é você se deixar estar, não reagir a um sol que brilha, a uma vida que convida você a fazer parte desse dia. São trilhas desafiadoras, no fio da navalha, como diz minha amiga Célia, e se você não estiver pronto, ainda, então não obstrua.
Não tire do outro a capacidade de sonhar, de querer mais de cada momento. Não poupe alguém daquilo que você resolveu abrir mão. Não transfira ao outro sua desarmonia, sua falta de coragem, de determinação ou sua descrença.
Somos seres de capacidade infinita, mas ainda estamos adormecidos. Nossa realidade criamos a cada dia, a cada pensamento, a cada ato praticado. Ao sonharmos, damos origem a novas realidades, e estas, por sua vez, proporcionarão novos sonhos e desafios, e assim sucessivamente.
Somos aprendizes e merecedores, ao mesmo tempo. Pratiquemos, então, aquelas coisas que o aprendizado e o merecimento implicam. Por que a mediocridade nos aprisiona tanto naquilo que não queremos, e que poderia ser muito diferente?
E por falar em intenção, a minha é fazer com que você reaja, afinal, estamos no mesmo barco.A propósito, a “máquina” foi feita para servir o homem. Não corra atrás, ajude a remar. Sonhe. Crie. Faça acontecer. Desafie sem medo.

Dialogando no "interior"

Interior deveria ser chamado de exterior. Nunca vi tamanha resistência em se chegar ao cerne onde tudo acontece, o interior mesmo, emocional, mental e espiritual de cada um. As pessoas do interior geográfico se voltam mais para o exterior do que para qualquer outra coisa. Nada a ver com turismo, e sim com um processo de auto-destruição, natural para o nosso jeito desleixado de viver o dia de hoje, alicerce de um amanhã, que poderia ser melhor.
Para mim, cada coluna tem sido um grato desafio, pensando em você, no que escrever, no que exatamente colocar diante dos seus olhos, capaz de causar algum efeito, não importando exatamente em qual dimensão ou intensidade, desde que aconteça. O resultado natural de toda conversa consigo mesmo é proporcionar meios para uma evolução e a construção de uma auto-estima mais elevada.
Fiz um pequeno roteiro com algumas frases que se você usar diariamente, durante toda a vida, ainda assim não estará usando em excesso. Faça essas afirmações todos os dias, se possível, diante do espelho. Se precisar de outras entre em contato.
AFIRMAÇÕES PARA AUTO-ESTIMA:
“Eu sou único. Gosto realmente de quem sou e me aceito do jeito que sou.”
“Gosto de quem sou hoje e, amanhã, quando eu for ainda melhor, gostarei de mim ainda mais.”
“Eu queria ser alguém e hoje sei quem sou.” “Agradeço sempre a oportunidade de me conhecer melhor a cada dia.”
“Gosto da maneira como me sinto, como penso e como faço as coisas. Sei que posso melhorar ainda mais. Sempre.”
“Tenho muita vitalidade. Gosto da vida e estou contente e grato por estar vivo. Sou uma pessoa especial, vivendo uma época especial.”
“Sou inteligente. Tenho bons pensamentos e os uso para a minha felicidade, pois assim, sendo feliz, poderei transmitir isso a outras pessoas.”
“Agradeço sempre todas as bênçãos que recebi e recebo, Sou muito grato, também, pelas coisas que aprendo a cada dia, e continuarei aprendendo a cada dia, enquanto existir.”
“Tenho qualidades, talentos, habilidades e dons que sequer conheço, ainda.”
“Sou único na minha vida. Eu sou apenas eu.”

sexta-feira, 3 de julho de 2009

HOJE, uma nova chance

O ONTEM já acabou, faz parte de um passado. O AMANHÃ, sem dúvidas, é uma forte opção. Para a maioria das pessoas, o amanhã é ainda algo que não chegou, que devemos apenas e tão somente esperar, até porque elas não compreendem quanto controle poderiam ter, o quanto poderiam realizar a partir de seus pensamentos positivos (novamente essa conversa de pensamento positivo), e mesmo sendo uma coisa repetida várias vezes, ainda não caiu no gosto popular. Quem sabe algum iluminado não transforma ou adapta todos esses conceitos em pagode, bem do jeitinho brasileiro de se levar a vida, ou quem sabe se produz um “reality show” a partir das desarmonias emocionais diárias, quem sabe, mas desde que o foco não seja tudo o que rola sob “edredons”. Seria chato e pesado, não é? Mais pesado ainda é o tamanho dos seus pensamentos negativos vagando com você onde quer que vá, transbordando ou não, acertando os outros ou não, deteriorando sua vida, sua relação ou qualquer outra forma de convívio e, por fim, colocando você em uma freqüência energética muito baixa, capaz de atrair tudo o que há no inóspito “submundo” das idéias destrutivas, chamadas “formas-pensamento”.
O HOJE é, sem dúvida, o maior presente do Universo para você (já disse isso antes, lembra?).
Sua chance de AMAR é HOJE;
Sua chance de SER FELIZ é HOJE;
Sua chance de TRANSMUTAR o ódio É HOJE;
Sua chance de PERDOAR é HOJE;
Sua chance de SE CURAR é HOJE;
Sua oportunidade de RIR e BRINCAR é HOJE;
Sua chance de CONSTRUIR um futuro melhor para você mesmo é HOJE;
Das suas AÇÕES no DIA DE HOJE, irão sair todos os resultados do AMANHÃ.
Não transforme o DIA DE HOJE num mero capítulo de tempo, sem qualquer propósito.
Pessoas entram e saem constantemente na nossa vida num simples dia como o de HOJE, e muitas vezes nem percebemos. Mas é num dia como o de HOJE, que choramos a sua ausência.
Repense sua vida, seus momentos, seu modo de interpretar e vivenciar este lindo dia que a VIDA, no seu mais profundo anonimato te brinda.

Energias em casa

Este é um outro assunto que frequentemente vem à tona, quando esgotadas as possibilidades do porque do sono atrapalhado ou daquela sensação de mal-estar e cansaço, sem maiores motivos para tal. Pesquisas que vêm sendo realizadas na Europa há mais de 80 anos, levam muitos especialistas a concluir que a exposição prolongada às radiações dos campos eletromagnéticos naturais instáveis da terra, podem prejudicar nosso relaxamento físico e mental, enfraquecendo o sistema imunológico.
O modo de dormir pode fornecer dicas sobre a presença dessa energia telúrica nociva. As pessoas mais sensíveis se afastam intuitivamente das áreas com esse tipo de tensão, durante o sono, o que explica, muitas vezes, nossa posição preferida de dormir. Se você tem bebê ou filho pequeno, é muito comum encontrá-lo “espremido” em um dos lados da cama. Se isso acontecer com freqüência, experimente trocá-la de lugar. Outros indícios são crianças que tem pesadelos seguidos, ou que acordam chorando, sem que hajam outras causas envolvidas (é bom deixar isso bem claro).
Se você tem gato ou cachorro em casa, eles também podem fornecer muitas pistas sobre o local (ou locais) dessas radiações nocivas. Os gatos adoram essa energia e até se “alimentam” dela, enquanto os cachorros não a suportam. Isso não quer dizer que não é bom ter gatos em casa, muito pelo contrário. Gatos possuem uma aura dupla, que além de captar essas energias, a transmutam em energia positiva, o que também não significa a solução do problema, pois a energia continuará a ser emanada através daquele determinado ponto da casa. Mas ameniza e evita que o alvo seja você.
Se o seu gato prefere dormir em determinado local da casa, você não deve ficar nesse lugar por períodos longos de tempo. Entretanto, o fato de seu gato gostar de dormir, por exemplo, em sua cama, ou de ficar à seus pés, não significa que ali exista energia negativa. Neste caso, os gatos preferem o calor, o carinho e a proximidade de seu dono à ficar “saboreando” radiações telúricas. Isso explica porque animais de estimação, muitas vezes, não dormem em suas cestas. Fique atento, pois saúde é fundamental e custa caro recuperá-la.

Proteção

Me pediram muitas vezes que escrevesse algo sobre aquele mal estar – às vezes nem um pouco sutil, que experimentamos vez ou outra. São energias intrusas que nos chegam de diferentes fontes, e que nos afetam em maior ou menor grau.
Antes de dormir, sente-se na cama e imagine uma aura de cerca de 15 centímetros em torno de seu corpo. Ela está cercando e protegendo você. Concentre-se nisso durante uns 5 minutos e então vá dormir. Imagine essa aura como um cobertor em torno de você (já que é inverno), protegendo-o de forma que nenhuma tensão, nenhum pensamento ou vibração exterior possam atingir seu corpo.
Essa deve ser a última coisa que você faz à noite. Depois disso, vá dormir para que o sentimento permaneça em seu inconsciente. Quando você estiver entre a vigília e o sono, um pouco de imaginação continuará presente. Você adormecerá, mas essa imaginação entrará em seu inconsciente e se transformará em força e energia.
Nós não sabemos nos proteger dos outros. Outras pessoas não estão apenas “por perto”, elas estão transmitindo sua existência continuamente em vibrações sutis. Se uma pessoa tensa passar por você, espalhará tensão ao seu redor. É um processo inconsciente que não está direcionado a ninguém especificamente. Ela está sobrecarregada e não decidiu simplesmente jogar a tensão para fora, é algo que está transbordando. Quando há tensão em excesso e a pessoa não consegue mais contê-la, ela transborda. Isso é muito comum.
Uma coisa é você com todos aqueles problemas seus: eles são seus. O difícil é assumir problemas alheios. Como eles não pertencem a você, certamente não poderá resolvê-los.
Parabenizo hoje o TRIBUNA pelo seu primeiro aniversário, porque não o fiz na coluna anterior. Foi proposital, pois merecido seria um prolongamento dessa comemoração, pelo tanto que este jornal tem significado na vida de seus leitores. Quero estender meus cumprimentos a todos aqueles que, de uma forma ou outra, estão envolvidos neste trabalho.
Parabéns TRIBUNA, parabéns Uruguaiana.
Até a próxima. Abraços.

Chakras

De forma resumida, possuímos sete principais centros energéticos ou pontos sensíveis de energia que recebem, acumulam, sincronizam e distribuem energia, chamados chakras. Quando estes estão desalinhados, os corpos físico, emocional, mental e espiritual se desequilibram, ocasionando diversos distúrbios, físicos ou não. Situados no meio do corpo, sentido vertical, são assim identificados:
Ch. Básico (ou raiz): situado na base da espinha dorsal, está associado à sobrevivência, à conexão com a terra, aos elementos mais primários do ser humano; à energia vitalizadora do corpo. Cor: vermelha. Cristal: ágata vermelha, jaspe.
Ch. Esplênico: situado pouco abaixo do umbigo, está ligado à sexualidade e sensualidade (emoções), ao poder externo (econômico). Cor: laranja. Cristal: ágata.
Ch. Plexo Solar: situado na região do estômago, está ligado às emoções tais como raiva, medo e preocupações. Desperta a intuição ligada aos assuntos do cotidiano (área receptora das primeiras impressões sobre pessoas e situações). Cor: amarelo. Cristal: âmbar, citrino.
Ch. Cardíaco: situado na altura do coração, no centro do tórax, está ligado ao amor e ao próprio coração; por sua situação intermediária, equilibra os três chakras inferiores (ou físicos) e os três superiores (ou mentais), responsáveis pelo bom funcionamento da mente. Compaixão. Cor verde. Cristal: quartzo-rosa.
Ch. Laríngeo: situado na região da garganta, está ligado ao pensamento, compreensão e verbalização. Cor azul-claro. Cristal: água-marinha.
Ch. Frontal: situado entre as sombrancelhas, trabalha a percepção e pensamento espiritual. Desperta a intuição ligada ao significado espiritual da vida (introspecção, auto-análise). Cor: azul escuro (índigo). Cristal: ametista.
Ch. Coronariano: situado no topo da cabeça, recebe energia cósmica. Espiritualidade. Cor: violeta. Cristal: ametista, quartzo transparente.
Mais uma vez, foi um honra e um grande prazer estar aqui na forma de palavras simples e que, de alguma maneira, possam servir.

Multidimensionais

Fazendo uma abordagem mais evoluída dos aspectos da cura, reforço alguns conceitos já ditos aqui nesta coluna, ao longo de quase um ano de publicações. Nas Terapias Vibracionais se mesclam várias técnicas que, somadas, atuam em diferentes dimensões do ser, passando longe daquelas mais tradicionais onde o paciente vira uma espécie de dependente do terapeuta, realizando sessões por anos até, sem observar na prática alguma alteração mais significativa no seu quadro geral de queixas.
A Terapia Multidimensional considera a pessoa um ser espiritual em contínua evolução. As sessões de terapia servem como um espaço para lidar com a saúde e a doença como questões importantes do processo de autopercepção de si mesmo. Cada ser representa um singular reflexo do Eu Infinito.
O corpo físico reflete um processo de passos nos quais o espírito se materializa na matéria. O corpo então é entendido como consciência, uma expressão cristalizada de padrões emocionais e mentais. Usando técnicas e conhecimentos de polaridades, conseguimos, aos poucos, harmonizar o campo energético da pessoa, promovendo a integração mental e emocional daquele ser. Esse é um importante aspecto da conexão corpo/mente, que forma a base das terapias contemporâneas. Quando trabalhamos com as energias do corpo estamos, na verdade, trabalhando o emocional e o mental da pessoa. A essência desse tipo de terapia é fazer com que o paciente experencie a sensação de que é seguro sentir-se presente, totalmente vivo em seu próprio corpo. Um bloqueio de energia nada mais é que a inabilidade em ter e expressar certos sentimentos; em sentir-se pleno, presente e atuante no controle de sua vida. Essa liberação provocada de energia envolve abandono de questões e medos do passado.
O objetivo da terapia é apoiar a experiência da pessoa de que é seguro estar vivenciando o “aqui e o agora”, absolutamente presente no seu momento atual e que é possível liberar energias.
E por aí o texto se espicha, rsrs.
Continua o asunto. Um grande abraço.