Segunda-feira, 18 de maio, 13:52h, um pouco de água se desprende do céu sob a forma de chuva, que tanta falta nos faz. É em tardes assim que penso um pouco mais nas coisas da vida. Tardes que, apesar de não terem o calor do sol e a alegria das cores, me trazem a sensação de outros tempos, outros lugares, outros momentos, quem sabe outras vidas, como se fosse uma regressão.
Acredito ser este um dos melhores cenários urbanos para escrever. Não faço a menor idéia de como estará o dia que vocês irão ler este texto. Um dia agitado, talvez? Quente ou frio? Não sei. Mas hoje, imerso neste quieto acinzentado, me atrevo a escrever sobre pequenos hábitos que incorporamos ao nosso cotidiano. Muitos de nós nem sequer param para pensar em algo que não esteja ligado de forma tão visível e objetiva ao dia-a-dia. Algo que habite o etérico, o invisível, o não perceptivo aos olhos destreinados. Isso não quer dizer que tais coisas não existam. Provas? Observe atentamente o universo. Nada é por acaso. Tudo é possível.
Caberiam aqui várias e várias situações que requerem de nós uma parada estratégica para repensarmos essa atual forma de condução das nossas vidas. Só tem uma coisa que não está fechando: Se a vida é de cada um, que direito eu tenho de propor qualquer coisa que seja, mesmo que em nome de uma qualidade de vida melhor?
Cada um de nós vive hoje um momento único, e dentro dessa caminhada, com todos os erros e acertos, iremos construir nossa jornada pessoal.
Mas convenhamos, é bom ter onde se apoiar de vez em quando, até mesmo para que se revitalizem todos os nossos objetivos e sonhos. Vivenciar é preciso. Partilhar é precioso.
Diante disso, repenso que o melhor é não forçar muito a dinâmica das coisas. Tire daqui apenas aquilo que servir para o seu “agora”. De tudo o que eu gostaria de escrever, selecionei dois exemplos bastante básicos, vividos diariamente por todos nós. Comuns demais, até. Inexpressivos diante de tantos outros. Leite integral e costela gorda. Alguma vez você parou para pensar que o leite integral é o alimento ideal para o filhote da vaca, e somente no período de amamentação? Alguém de sua família se encaixa nesse perfil? Temos ali uma excelente fonte de gorduras, pois fonte de cálcio nós encontramos nas verduras, nas folhas escuras, aliás, de onde aqueles animais retiram boa parte do cálcio de que precisam para si e para o processo de elaboração do leite. Ao que me consta, eles não bebem leite a vida toda. E quanto àquela costela de um branco-amarelado absurdo, precisamos mesmo da clássica manta de gordura animal, símbolo do bom e tradicional churrasco? E a saúde, fica como?
Se você deseja ter mais saúde, mais qualidade de vida, é bom repensar alguns pequenos e diários hábitos equivocados como estes, que foram apenas para iniciar, para então, depois de algum “treino”, chegar aos mais teimosos e difíceis de mudar.
Sei que existem muitos erros no modo como alimentamos a vida, na maneira como escolhemos aquilo que irá fazer parte de nós, mas sei, também, que todas as tentativas de se chegar diretamente aos que chamamos de “vilões” dos pensamentos, serão infrutíferas se não mudarmos antes aqueles pequenos hábitos que nos passam despercebidos, pois somos quase que “formatados” para não termos essa percepção sutil das coisas. Repense seus hábitos diariamente.
"A mais bela experiência que podemos ter é a do mistério. É a emoção fundamental existente na origem da verdadeira arte e ciência. Aquele que não a conhece e não pode se maravilhar com ela está praticamente morto e seus olhos ofuscados." .................................Albert Einstein
quinta-feira, 28 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Ego
Todos nós possuímos verdadeiros e grandiosos tesouros dentro de nossos “egos” – e os melhores ainda esperam, talvez, ser descobertos. Uma única pessoa pode realizar um número surpreendente de coisas durante a sua vida. Ela pode ser útil, prejudicial, prática, absurda, valiosa, sem sentido, excepcional, comum, maravilhosa ou mundana.
As pessoas são corajosas algumas vezes, e inseguras em outras ocasiões; são fortes em um determinado momento, em outro, fracas. Quase todas as pessoas possuem um alcance ilimitado de expressão. Qualquer uma pode revelar-se como possuidora de um número incrível de possibilidades. Não há lista capaz de incluir todos os “posso fazer” que um único ego poderia realizar.
Há um pouco de complexidade nisto. No dia em que nascemos, nossos egos – “zerados”, digamos assim, estão relativamente bem, em sua maioria. Não foram, ainda, tumultuados com noções sobre o que funciona e o que não funciona, o que pode e o que já não nos serve mais. Estes egos vem sem preferências, sem crenças, sem maus hábitos, sem gostos ou aversões, sem pontos de vista políticos, religiosos ou esportivos. Eles nos chegam sem preconceitos, sem atitudes, sem condicionamentos, sem dúvidas e principalmente, sem auto-limitações.
O que os nossos egos “esperam” de nós, é que os orientemos, com uma certa dose de carinho até, que sejamos realmente interessados por eles e os controlemos. Agora, como agirão nossos egos, dependerá dessas duas últimas exigências – o quanto nos interessamos por eles e de que maneira os estamos controlando. Para que se tenha uma vida em harmonia, equilíbrio e, consequentemente, um ego sadio, é preciso muito de ambas as coisas: interesse e controle.
No começo, a responsabilidade de cuidar desses egos e de controlá-los é repassada a outras pessoas. Então, à medida que os egos aprendem e se desenvolvem, a responsabilidade de cuidado é transferida lentamente para nós. Em determinado momento (em muitos casos, isso ocorre durante a última fase da adolescência) a preparação desses egos está completa.
Teoricamente, aqueles que se encarregavam de nossos egos enquanto éramos crianças, agora podem se afastar para um lado, sabendo que fizeram tudo quanto era possível para nutrir e preparar estes egos para agirem por conta própria, capazes de receber zelo e controle agora vindos de nós.
Esses “tutores provisórios” foram aquelas pessoas que nos assistiram mais de perto durante nossa jornada inicial, e que foram de fundamental importância na nossa infância: nossos pais, tios, avós, irmãos mais velhos, etc. Passados alguns anos, somos os responsáveis por nossos egos.
No entanto, existe uma grande lacuna entre a teoria e a prática. Se seguíssemos o que parecia ser a ordem predisposta das coisas, seríamos capazes de dominar nossos egos, controlando, assim, parte de nossas vidas. Afinal, teríamos sido treinados para sermos bons autodirigentes. Se você avaliasse agora a sua habilidade de autocontrole, em que nível você estaria? Você é um autodirigente totalmente atuante, que controla e atua em suas condições naturais? Está controlando ativamente seu ego da forma correta, utilizando os métodos adequados e obtendo bons resultados? Um grande abraço.
As pessoas são corajosas algumas vezes, e inseguras em outras ocasiões; são fortes em um determinado momento, em outro, fracas. Quase todas as pessoas possuem um alcance ilimitado de expressão. Qualquer uma pode revelar-se como possuidora de um número incrível de possibilidades. Não há lista capaz de incluir todos os “posso fazer” que um único ego poderia realizar.
Há um pouco de complexidade nisto. No dia em que nascemos, nossos egos – “zerados”, digamos assim, estão relativamente bem, em sua maioria. Não foram, ainda, tumultuados com noções sobre o que funciona e o que não funciona, o que pode e o que já não nos serve mais. Estes egos vem sem preferências, sem crenças, sem maus hábitos, sem gostos ou aversões, sem pontos de vista políticos, religiosos ou esportivos. Eles nos chegam sem preconceitos, sem atitudes, sem condicionamentos, sem dúvidas e principalmente, sem auto-limitações.
O que os nossos egos “esperam” de nós, é que os orientemos, com uma certa dose de carinho até, que sejamos realmente interessados por eles e os controlemos. Agora, como agirão nossos egos, dependerá dessas duas últimas exigências – o quanto nos interessamos por eles e de que maneira os estamos controlando. Para que se tenha uma vida em harmonia, equilíbrio e, consequentemente, um ego sadio, é preciso muito de ambas as coisas: interesse e controle.
No começo, a responsabilidade de cuidar desses egos e de controlá-los é repassada a outras pessoas. Então, à medida que os egos aprendem e se desenvolvem, a responsabilidade de cuidado é transferida lentamente para nós. Em determinado momento (em muitos casos, isso ocorre durante a última fase da adolescência) a preparação desses egos está completa.
Teoricamente, aqueles que se encarregavam de nossos egos enquanto éramos crianças, agora podem se afastar para um lado, sabendo que fizeram tudo quanto era possível para nutrir e preparar estes egos para agirem por conta própria, capazes de receber zelo e controle agora vindos de nós.
Esses “tutores provisórios” foram aquelas pessoas que nos assistiram mais de perto durante nossa jornada inicial, e que foram de fundamental importância na nossa infância: nossos pais, tios, avós, irmãos mais velhos, etc. Passados alguns anos, somos os responsáveis por nossos egos.
No entanto, existe uma grande lacuna entre a teoria e a prática. Se seguíssemos o que parecia ser a ordem predisposta das coisas, seríamos capazes de dominar nossos egos, controlando, assim, parte de nossas vidas. Afinal, teríamos sido treinados para sermos bons autodirigentes. Se você avaliasse agora a sua habilidade de autocontrole, em que nível você estaria? Você é um autodirigente totalmente atuante, que controla e atua em suas condições naturais? Está controlando ativamente seu ego da forma correta, utilizando os métodos adequados e obtendo bons resultados? Um grande abraço.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Alimentos da Vida
“A democracia e a fome não podem caminhar juntas. Um estômago faminto questiona e censura a falha do sistema em atender a necessidade biológica básica de todo ser humano. Não há lugar para fome e pobreza em um mundo moderno em que a ciência e a tecnologia criaram condições para a abundância.” Atal Bihari Vajpayee, ex-primeiro-ministro da Índia.
Lembro que certa vez, durante um jantar, ouvi alguém dizer que estava morrendo de fome. Ri e fiquei imaginando o que aquela pessoa faria se realmente estivesse morrendo de fome. O que vejo pelas ruas ilustra essa outra realidade, que é cruel, fria, de miséria, angústia e dor.
Gente catando lixo e comendo restos. Você faz qualquer coisa se realmente estiver faminto. Não há sentimento mais corrosivo e humilhante do que não saber o que fazer para poder comer. Essa ameaça é real para muitas pessoas em todo o mundo.
Qual seria a razão para tamanha miséria, se em muitas partes do planeta sobram alimentos?
Que política internacional é hoje adotada para combater a fome neste mundo globalizado?
Qual o número exato de irmãos nossos mortos a cada minuto por não terem o que engolir?
Qual a verdadeira lição que isso nos deixa, e por quais motivos estas pessoas foram escolhidas para serem os famintos deste mundo abundante?
Essas são indagações que poucos se fazem, e que quase ninguém está realmente interessado em obter as respostas.
Escrevendo isso, dá uma vontade de mudar de assunto e entrar em outros temas como gratidão, por exemplo. Sempre assim, sem que eu pare de escrever, um assunto vai puxando o outro, pois no final da história tudo está interligado mesmo. Mas continuo, então, aquele que foi iniciado, sem deixar de envolver a tal gratidão.
Aos que procuram o que comer nas sacolas de lixo, talvez a única utilidade das folhas de um jornal seja alimentar o fogo, ou isolar o frio que brota do chão durante a noite. Para eles, estas páginas serão de grande ajuda. E para nós?
Não poderia iniciar qualquer reflexão sobre alimentos, sem fazer uma outra reflexão, paralela, envolvendo aqueles que não os têm na sua mesa. Talvez nem mesa tenham...
O alimento sustenta não só o corpo, mas também a alma, principalmente quando preparado e ofertado com carinho.
Amor, atenção pessoal e gratidão têm energia curativa. Acrescentando a estes ingredientes um pouco de comida, teremos uma refeição sagrada que nutre o espírito enquanto alimenta o corpo, transformando-se numa espécie de alquimia espiritual – um ato de poder invisível – que carrega em si energias curativas espontâneas, verdadeiras preces alimentares.
Até mesmo a água, antes de ser ingerida, se receber um gesto nosso de agradecimento, será portadora de energia positiva que irá para todas as células, órgãos, músculos e tecidos do nosso corpo. Mas para que isso aconteça de fato, ou seja, para que o alimento seja portador de vibrações benéficas, a pessoa que irá prepará-lo precisará estar energeticamente equilibrada. De bem consigo mesma. Sem rancores, tristezas, mágoas ou raiva.Façamos, então, do corriqueiro ato de preparar e consumir alimentos, um ato de responsabilidade, gratidão e amor, não só por nós mesmos como também pelas pessoas que irão receber de nós o alimento preparado. Mas acima de tudo, um ato de respeito por aqueles que nada tem para comer.
Lembro que certa vez, durante um jantar, ouvi alguém dizer que estava morrendo de fome. Ri e fiquei imaginando o que aquela pessoa faria se realmente estivesse morrendo de fome. O que vejo pelas ruas ilustra essa outra realidade, que é cruel, fria, de miséria, angústia e dor.
Gente catando lixo e comendo restos. Você faz qualquer coisa se realmente estiver faminto. Não há sentimento mais corrosivo e humilhante do que não saber o que fazer para poder comer. Essa ameaça é real para muitas pessoas em todo o mundo.
Qual seria a razão para tamanha miséria, se em muitas partes do planeta sobram alimentos?
Que política internacional é hoje adotada para combater a fome neste mundo globalizado?
Qual o número exato de irmãos nossos mortos a cada minuto por não terem o que engolir?
Qual a verdadeira lição que isso nos deixa, e por quais motivos estas pessoas foram escolhidas para serem os famintos deste mundo abundante?
Essas são indagações que poucos se fazem, e que quase ninguém está realmente interessado em obter as respostas.
Escrevendo isso, dá uma vontade de mudar de assunto e entrar em outros temas como gratidão, por exemplo. Sempre assim, sem que eu pare de escrever, um assunto vai puxando o outro, pois no final da história tudo está interligado mesmo. Mas continuo, então, aquele que foi iniciado, sem deixar de envolver a tal gratidão.
Aos que procuram o que comer nas sacolas de lixo, talvez a única utilidade das folhas de um jornal seja alimentar o fogo, ou isolar o frio que brota do chão durante a noite. Para eles, estas páginas serão de grande ajuda. E para nós?
Não poderia iniciar qualquer reflexão sobre alimentos, sem fazer uma outra reflexão, paralela, envolvendo aqueles que não os têm na sua mesa. Talvez nem mesa tenham...
O alimento sustenta não só o corpo, mas também a alma, principalmente quando preparado e ofertado com carinho.
Amor, atenção pessoal e gratidão têm energia curativa. Acrescentando a estes ingredientes um pouco de comida, teremos uma refeição sagrada que nutre o espírito enquanto alimenta o corpo, transformando-se numa espécie de alquimia espiritual – um ato de poder invisível – que carrega em si energias curativas espontâneas, verdadeiras preces alimentares.
Até mesmo a água, antes de ser ingerida, se receber um gesto nosso de agradecimento, será portadora de energia positiva que irá para todas as células, órgãos, músculos e tecidos do nosso corpo. Mas para que isso aconteça de fato, ou seja, para que o alimento seja portador de vibrações benéficas, a pessoa que irá prepará-lo precisará estar energeticamente equilibrada. De bem consigo mesma. Sem rancores, tristezas, mágoas ou raiva.Façamos, então, do corriqueiro ato de preparar e consumir alimentos, um ato de responsabilidade, gratidão e amor, não só por nós mesmos como também pelas pessoas que irão receber de nós o alimento preparado. Mas acima de tudo, um ato de respeito por aqueles que nada tem para comer.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Olhe mais para você
Todos nós precisamos olhar mais e melhor para nós mesmos. Isso implica em uma série de coisas, como por exemplo, fazer exercícios regularmente, cuidar da alimentação, ingerir bastante água, sucos naturais, caminhar de forma tranqüila, ler, dispor de um tempo para conversar com amigos, rir, brincar, dançar, amar, praticar algum esporte, enfim. Tempo que beneficie seu corpo, seu espírito, sua vida.
Para tanto, algumas vezes PRECISAMOS SER UM POUCO EGOÍSTAS.
Mas no bom sentido, claro. A palavra “egoísta” assume uma conotação negativa para a maioria das pessoas. Antes de poder dar aos outros o que precisam, é importante que, primeiro, você seja capaz de olhar por si. Algumas pessoas acham isso difícil e se sentem culpadas em virtude de uma crença subliminar de que cuidar de si é auto-indulgência e é errado. Como conseqüência, essas pessoas frequentemente se tornam descuidadas consigo mesmas, gastando quase todo seu tempo com as necessidades e desejos dos outros.
Sobrecarregar-se dessa maneira em prol dos outros e se tornar uma espécie de mártir dizendo: “Não se preocupe, eu posso me virar”, - quando na verdade você precisa de ajuda, tem um efeito negativo para todas as pessoas envolvidas. Isso é um perigo, porque você não só possibilita que o ressentimento cresça (em silêncio) dentro de você, criando stress que pode eventualmente se traduzir em raiva ou depressão, como também faz os outros se sentirem culpados. Esta pode ser uma maneira não declarada de danificar os relacionamentos em um médio ou longo prazo.
Com uma certa freqüência até, este tipo de comportamento é “aprendido” com os pais ou, em outros casos, resultado de uma baixa auto-estima. Inconscientemente, ao falar “não seja egoísta”, os pais instilam na criança uma atitude não assertiva com relação aos cuidados consigo mesma.
São muitos os “nãos” que ouvimos desde pequenos. Muitos deles nem lembramos mais. Mas os efeitos negativos, gravados no inconsciente, nos acompanharão por um período indefinido de tempo.
Fomos cercados de tantos cuidados que não aprendemos a ousar, a desafiar, a ir além, até porque o “quebrar a cara” no instante seguinte parecia ser inevitável. Talvez ali estivesse a lição, o aprendizado oculto na não interferência. Mas isso já faz parte de uma outra história.
Dentro daquilo que chamamos OLHAR PARA SI, existe uma estratégia a ser cumprida por você: ADMINISTRAR O SEU TEMPO. Parece simples, e na verdade, é. O tempo é um recurso importante e valioso que dispomos. Mas para tirar um melhor proveito dele, precisamos saber administrá-lo. Com certeza você já passou por momentos onde faltou tempo para a realização de alguma tarefa. Então, em rápidas palavras, a maneira como você usa seu tempo determina a sua qualidade de vida.
Use o tempo a seu favor, priorizando as coisas que você mais valoriza, ou que o ajudam a atingir seus objetivos. Isso vale para todas as pessoas, em qualquer idade. Se precisar, coloque seus planos ou metas no papel, apenas para ter uma visão mais clara daquilo que pretende realizar. Não deixe para outro dia, faça acontecer, se possível, hoje ainda.Existem várias maneiras para se chegar a um desses estágios de harmonia vital. O importante é você se reconhecer como alguém que busca esta harmonia, para então começar a abandonar, corrigir ou aperfeiçoar padrões de pensamentos e atitudes no dia-a-dia. Um forte abraço. Namastê.
Para tanto, algumas vezes PRECISAMOS SER UM POUCO EGOÍSTAS.
Mas no bom sentido, claro. A palavra “egoísta” assume uma conotação negativa para a maioria das pessoas. Antes de poder dar aos outros o que precisam, é importante que, primeiro, você seja capaz de olhar por si. Algumas pessoas acham isso difícil e se sentem culpadas em virtude de uma crença subliminar de que cuidar de si é auto-indulgência e é errado. Como conseqüência, essas pessoas frequentemente se tornam descuidadas consigo mesmas, gastando quase todo seu tempo com as necessidades e desejos dos outros.
Sobrecarregar-se dessa maneira em prol dos outros e se tornar uma espécie de mártir dizendo: “Não se preocupe, eu posso me virar”, - quando na verdade você precisa de ajuda, tem um efeito negativo para todas as pessoas envolvidas. Isso é um perigo, porque você não só possibilita que o ressentimento cresça (em silêncio) dentro de você, criando stress que pode eventualmente se traduzir em raiva ou depressão, como também faz os outros se sentirem culpados. Esta pode ser uma maneira não declarada de danificar os relacionamentos em um médio ou longo prazo.
Com uma certa freqüência até, este tipo de comportamento é “aprendido” com os pais ou, em outros casos, resultado de uma baixa auto-estima. Inconscientemente, ao falar “não seja egoísta”, os pais instilam na criança uma atitude não assertiva com relação aos cuidados consigo mesma.
São muitos os “nãos” que ouvimos desde pequenos. Muitos deles nem lembramos mais. Mas os efeitos negativos, gravados no inconsciente, nos acompanharão por um período indefinido de tempo.
Fomos cercados de tantos cuidados que não aprendemos a ousar, a desafiar, a ir além, até porque o “quebrar a cara” no instante seguinte parecia ser inevitável. Talvez ali estivesse a lição, o aprendizado oculto na não interferência. Mas isso já faz parte de uma outra história.
Dentro daquilo que chamamos OLHAR PARA SI, existe uma estratégia a ser cumprida por você: ADMINISTRAR O SEU TEMPO. Parece simples, e na verdade, é. O tempo é um recurso importante e valioso que dispomos. Mas para tirar um melhor proveito dele, precisamos saber administrá-lo. Com certeza você já passou por momentos onde faltou tempo para a realização de alguma tarefa. Então, em rápidas palavras, a maneira como você usa seu tempo determina a sua qualidade de vida.
Use o tempo a seu favor, priorizando as coisas que você mais valoriza, ou que o ajudam a atingir seus objetivos. Isso vale para todas as pessoas, em qualquer idade. Se precisar, coloque seus planos ou metas no papel, apenas para ter uma visão mais clara daquilo que pretende realizar. Não deixe para outro dia, faça acontecer, se possível, hoje ainda.Existem várias maneiras para se chegar a um desses estágios de harmonia vital. O importante é você se reconhecer como alguém que busca esta harmonia, para então começar a abandonar, corrigir ou aperfeiçoar padrões de pensamentos e atitudes no dia-a-dia. Um forte abraço. Namastê.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Pense grande - parte II
Começaremos a adaptar nossos pensamentos ao nos tornarmos conscientes de que vivemos não apenas num Universo infinito e abundante, mas também num mundo cheio de energia. Adaptação ou transformação – vai depender de cada um, são palavras-chave nesse processo.
Enquanto continuarmos pensando que há falta ou limitação de tudo aquilo que está disponível, nossa mente continuará programada para pensar em termos finitos. Enquanto pensarmos que há pouco para todos, esse “pouco” dominará nossas vidas.
Para cada pensamento plantado, colheremos um ato. Isto é certo. Para cada pensamento, há uma manifestação correspondente. É o princípio da ação e reação. Precisamos, então, escolher melhor nossos pensamentos, aquilo que mentalizamos no nosso dia-a-dia. Quando aprendermos a controlar nossos pensamentos, traremos para nossas vidas manifestações que correspondam aos nossos desejos verdadeiros.
APRENDA A INTENCIONAR, E NÃO DESEJAR APENAS. Desejar é simplesmente esperar, sonhar. Desejar nada mais é que uma esperança futura na sua mente e, sendo assim, será também apenas uma esperança futura na sua realidade. Intencionar é pretender.
Reveja hoje mesmo seu modo de pensar. Se você é daqueles que acredita que as coisas nunca acontecem do seu jeito, então está fazendo com que as coisas aconteçam de um jeito errado para você. Mudando seus pensamentos, que são sementes da realidade, certamente algo mudará na sua vida.
CRIE BOAS EXPECTATIVAS. Não permita que pensamentos negativos afetem sua vida. Se você pretende ter um futuro melhor, de prosperidade e amor, comece agora, alimentando apenas aqueles pensamentos que vão possibilitar as manifestações de tais intenções.
NUNCA DIGA QUE “APENAS VAI TENTAR”.
Quando decidir fazer algo, vá até o fim, pois é a falta da seqüência que cria o hábito do fracasso.
Sinta-se capaz de realizar, sinta-se forte.
Faça um sério compromisso com você mesmo. Comprometa-se a cumpri-lo diariamente. Plante essa boa semente no seu subconsciente.
Reconheça os pensamentos que predominam em sua mente. São os chamados pensamentos dominantes. Se estes pensamentos estiverem em sintonia com suas intenções, se forem construtivos, o resultado será harmonioso e construtivo, também.
Porém, se os pensamentos dominantes forem conflituosos e contrários àquelas intenções que você manifestou, o resultado será péssimo.
Sentimentos como o medo são responsáveis por emoções negativas. Então, mude sua realidade, liberte-se desse tipo de sentimento. Substitua-o por algum sentimento compensador, como CORAGEM, por exemplo.
Todos os sentimentos compensadores estarão sempre baseados no AMOR. Quando você aprende a viver na sintonia do amor, passa a atrair todas as coisas que deseja, e o Universo é o instrumento que as leva até você. É verdade, acredite.Antes de mudar o mundo aqui de fora, você precisa mudar o mundo aí dentro. O seu mundo interior. Passará, então, a atrair pessoas que também vibram na mesma freqüência em que você se encontra. Um grande abraço. Namastê.
Enquanto continuarmos pensando que há falta ou limitação de tudo aquilo que está disponível, nossa mente continuará programada para pensar em termos finitos. Enquanto pensarmos que há pouco para todos, esse “pouco” dominará nossas vidas.
Para cada pensamento plantado, colheremos um ato. Isto é certo. Para cada pensamento, há uma manifestação correspondente. É o princípio da ação e reação. Precisamos, então, escolher melhor nossos pensamentos, aquilo que mentalizamos no nosso dia-a-dia. Quando aprendermos a controlar nossos pensamentos, traremos para nossas vidas manifestações que correspondam aos nossos desejos verdadeiros.
APRENDA A INTENCIONAR, E NÃO DESEJAR APENAS. Desejar é simplesmente esperar, sonhar. Desejar nada mais é que uma esperança futura na sua mente e, sendo assim, será também apenas uma esperança futura na sua realidade. Intencionar é pretender.
Reveja hoje mesmo seu modo de pensar. Se você é daqueles que acredita que as coisas nunca acontecem do seu jeito, então está fazendo com que as coisas aconteçam de um jeito errado para você. Mudando seus pensamentos, que são sementes da realidade, certamente algo mudará na sua vida.
CRIE BOAS EXPECTATIVAS. Não permita que pensamentos negativos afetem sua vida. Se você pretende ter um futuro melhor, de prosperidade e amor, comece agora, alimentando apenas aqueles pensamentos que vão possibilitar as manifestações de tais intenções.
NUNCA DIGA QUE “APENAS VAI TENTAR”.
Quando decidir fazer algo, vá até o fim, pois é a falta da seqüência que cria o hábito do fracasso.
Sinta-se capaz de realizar, sinta-se forte.
Faça um sério compromisso com você mesmo. Comprometa-se a cumpri-lo diariamente. Plante essa boa semente no seu subconsciente.
Reconheça os pensamentos que predominam em sua mente. São os chamados pensamentos dominantes. Se estes pensamentos estiverem em sintonia com suas intenções, se forem construtivos, o resultado será harmonioso e construtivo, também.
Porém, se os pensamentos dominantes forem conflituosos e contrários àquelas intenções que você manifestou, o resultado será péssimo.
Sentimentos como o medo são responsáveis por emoções negativas. Então, mude sua realidade, liberte-se desse tipo de sentimento. Substitua-o por algum sentimento compensador, como CORAGEM, por exemplo.
Todos os sentimentos compensadores estarão sempre baseados no AMOR. Quando você aprende a viver na sintonia do amor, passa a atrair todas as coisas que deseja, e o Universo é o instrumento que as leva até você. É verdade, acredite.Antes de mudar o mundo aqui de fora, você precisa mudar o mundo aí dentro. O seu mundo interior. Passará, então, a atrair pessoas que também vibram na mesma freqüência em que você se encontra. Um grande abraço. Namastê.
sábado, 18 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Pense grande - parte I
Moramos em uma cidade onde tudo nos parece longe demais. Não só parece, de fato é. Para irmos a Porto Alegre, perdemos oito horas, se viajarmos de ônibus. Mas isso tem lá suas compensações, ao menos para mim, pois já que não consigo dormir durante uma viagem, vou olhando para o lado de fora e, muitas vezes, para cima. Quando o céu está limpo e sem nuvens, o que vejo são milhares de estrelas brilhando em sua glória milagrosa. Nesse momento penso que vivemos num Universo infinito e abundante. Já não são mais oito horas perdidas.
Enquanto a quantidade de recursos disponíveis em nossa casa, em nossa cidade, em nosso planeta é finita, assim como também é limitada a quantidade de matéria e de moléculas que formam a estrutura de nossa galáxia, o grande Universo, propriamente dito, não tem limites.
Nosso planeta é apenas uma mancha de poeira girando em torno de um sol ardente que possui em torno de si alguns outros planetas. Este sol, por sua vez, também gira ao redor de um grupo de mundos que giram em torno de uma massa ainda maior de poeira, partículas e matérias do espaço, que produz mais estrelas, planetas, sóis e matéria espacial. Quanto mais longe viajamos no espaço, maior é a quantidade de planetas girando, estrelas, etc. Cada vez que avançamos, cresce o número de elementos nessa massa espacial que gira, até que chegamos a um número absurdamente grande, inconcebível.
Se concentrarmos nossa atenção apenas neste mundo, em vez de no Universo como um todo, haverá uma tendência de pensarmos em termos finitos, tal qual uma criança que convive apenas com as pessoas da sua rua, sem nunca ter saído de lá, e que consegue ver somente o que está a sua volta. Quando seus pais a levam para passear além da vizinhança, ela começa a se dar conta que há mais coisas no seu pequeno mundo. Quanto mais caminhamos para além de nosso universo particular, mais conscientes nos tornamos de todas as outras coisas que existem lá fora.
Temos, ao longo de nossas vidas, inúmeras oportunidades de fazer outras descobertas. Há tantas coisas para observar e aprender que levaríamos uma vida inteira para que pudéssemos ver e entender apenas uma pequena parte.
Tudo isso que coloquei é para fazer com que você perceba que é possível querer mais e mais da vida. Mas como posso pensar em termos de infinito e abundante se há um limite da própria matéria que constitui o nosso mundo imediato? O fato é que a matéria está constantemente mudando de forma. A matéria que hoje compõe o chão, num determinado momento poderá ser aquela que constituirá uma maçã, que será consumida por um ser humano, um animal ou um inseto, e que a transformará mais uma vez. Ou talvez ela simplesmente caia da árvore e retorne ao chão, apenas para ressurgir na forma de alguma outra coisa útil. É um ciclo infinito, que tem existido ao longo do tempo neste mundo e em todo o Universo por dezenas de milhares de anos. A própria natureza produzirá mais e mais.
Querer mais é buscar o máximo em todas as áreas da nossa vida: fisicamente, emocionalmente, intelectualmente e espiritualmente. Isso se chama Harmonia. Se você consegue viver bem uma certa área e outra não, você não está vivendo em harmonia. Isso o afetará em algum momento.
Assim como em todo o ciclo, haverá aqui uma continuidade. Até a próxima.
Enquanto a quantidade de recursos disponíveis em nossa casa, em nossa cidade, em nosso planeta é finita, assim como também é limitada a quantidade de matéria e de moléculas que formam a estrutura de nossa galáxia, o grande Universo, propriamente dito, não tem limites.
Nosso planeta é apenas uma mancha de poeira girando em torno de um sol ardente que possui em torno de si alguns outros planetas. Este sol, por sua vez, também gira ao redor de um grupo de mundos que giram em torno de uma massa ainda maior de poeira, partículas e matérias do espaço, que produz mais estrelas, planetas, sóis e matéria espacial. Quanto mais longe viajamos no espaço, maior é a quantidade de planetas girando, estrelas, etc. Cada vez que avançamos, cresce o número de elementos nessa massa espacial que gira, até que chegamos a um número absurdamente grande, inconcebível.
Se concentrarmos nossa atenção apenas neste mundo, em vez de no Universo como um todo, haverá uma tendência de pensarmos em termos finitos, tal qual uma criança que convive apenas com as pessoas da sua rua, sem nunca ter saído de lá, e que consegue ver somente o que está a sua volta. Quando seus pais a levam para passear além da vizinhança, ela começa a se dar conta que há mais coisas no seu pequeno mundo. Quanto mais caminhamos para além de nosso universo particular, mais conscientes nos tornamos de todas as outras coisas que existem lá fora.
Temos, ao longo de nossas vidas, inúmeras oportunidades de fazer outras descobertas. Há tantas coisas para observar e aprender que levaríamos uma vida inteira para que pudéssemos ver e entender apenas uma pequena parte.
Tudo isso que coloquei é para fazer com que você perceba que é possível querer mais e mais da vida. Mas como posso pensar em termos de infinito e abundante se há um limite da própria matéria que constitui o nosso mundo imediato? O fato é que a matéria está constantemente mudando de forma. A matéria que hoje compõe o chão, num determinado momento poderá ser aquela que constituirá uma maçã, que será consumida por um ser humano, um animal ou um inseto, e que a transformará mais uma vez. Ou talvez ela simplesmente caia da árvore e retorne ao chão, apenas para ressurgir na forma de alguma outra coisa útil. É um ciclo infinito, que tem existido ao longo do tempo neste mundo e em todo o Universo por dezenas de milhares de anos. A própria natureza produzirá mais e mais.
Querer mais é buscar o máximo em todas as áreas da nossa vida: fisicamente, emocionalmente, intelectualmente e espiritualmente. Isso se chama Harmonia. Se você consegue viver bem uma certa área e outra não, você não está vivendo em harmonia. Isso o afetará em algum momento.
Assim como em todo o ciclo, haverá aqui uma continuidade. Até a próxima.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Universo paralelo

Para encontrar o equilíbrio, precisamos nos conscientizar de que tanto o céu como o inferno são estados criados por nós mesmos.
O mal, que todos falam, e que por isso mesmo tem toda essa “força”, não existe em si mesmo. Ele nada mais é do que a ausência do bem. Para existir, ele precisa ser “alimentado” diariamente pela inexistência das boas ações.
Inúmeras vezes, por puro esquecimento ou falta de prática, deixamos de fazer o bem que queríamos e acabamos criando um estado que propicia o surgimento de todo o mal que não esperávamos fazer.
E por que isso acontece? Bem, um dos motivos é que ainda não aprendemos a caminhar com as próprias pernas. Somos vítimas das circunstâncias que criamos, sob triste influência disso ou daquilo, que agora não cabe dissertar. Não seremos seres livres enquanto não pensarmos por nós mesmos. Cabe ainda lembrar que somos detentores do livre-arbítrio. O futuro é criado pelo que aceitamos ou rejeitamos hoje.
Adoro quando encontro alguém que vem me falar de “comprovação científica”. Daí eu pergunto: - Todas essas idéias suas tem comprovação científica? Resumindo tudo o que você é, dos pensamentos ao átomo (que é energia pura)... isso também tem comprovação científica? Tudo o que está ao seu redor, fora de você, ou até mesmo algo que esteja dentro (caso você tenha essa noção), que sustenta todo esse complexo energético em movimento contínuo e perfeito, isso também já foi comprovado cientificamente? A energia, o Ser, o Criador de tudo isso... existe uma comprovação científica para ele, ela ou isso?
O próprio som dissonante e inseguro da sua voz, mix de vibração sonora e de emoções que tiveram a “ousadia” de fugir do peito, ainda não encontrou na ciência respostas esclarecedoras. Como disse na coluna anterior, esse é o mundo das coisas que muitos de nós ainda não entendem ou aceitam como sendo algo normal. Esse é um universo paralelo.
Há muita verdade e sabedoria nos antigos ditados baseados em reais valores, pois a verdade transpõe tempo e espaço: “Os semelhantes se atraem”. Os seres que pensam e sentem de forma semelhante agrupam-se naturalmente, pois vibram na mesma freqüência. Isso está comprovado, e cientificamente. Muitos acham isso tudo muito empírico e, presos à ciência, acabam por não expandirem seu universo. Desperdício puro e burro.
Carl Gustav Jung, para quem não conhece, um psiquiatra e psicólogo suíço, um dos fundadores da psicanálise, colocou brilhantemente na sua teoria sobre o Inconsciente Coletivo: as mentes estão constantemente transmitindo e recebendo pensamentos, formando uma grande massa magnética. Nessa grande massa, há correntes mentais tão fortes, claras e definidas quanto as correntes do mar e as do ar. Isso cria os estados mentais. Há fluxos de pensamento que atraímos para nós, e com os quais vibramos simpaticamente.
Certa vez, um escultor encontrou uma pedra e a trabalhou durante meses. Depois de pronta a sua obra, ouviu alguém dizer: - Que bela estátua você fez. Ao que ele respondeu: - Eu não fiz coisa alguma. Ela sempre esteve na pedra, apenas a descobri aparando suas arestas.
E a vida continua seu curso. O assunto também continuaria, mas o espaço acabou [pena]. Outro dia a gente se encontra.
Um grande abraço. Namastê.
O mal, que todos falam, e que por isso mesmo tem toda essa “força”, não existe em si mesmo. Ele nada mais é do que a ausência do bem. Para existir, ele precisa ser “alimentado” diariamente pela inexistência das boas ações.
Inúmeras vezes, por puro esquecimento ou falta de prática, deixamos de fazer o bem que queríamos e acabamos criando um estado que propicia o surgimento de todo o mal que não esperávamos fazer.
E por que isso acontece? Bem, um dos motivos é que ainda não aprendemos a caminhar com as próprias pernas. Somos vítimas das circunstâncias que criamos, sob triste influência disso ou daquilo, que agora não cabe dissertar. Não seremos seres livres enquanto não pensarmos por nós mesmos. Cabe ainda lembrar que somos detentores do livre-arbítrio. O futuro é criado pelo que aceitamos ou rejeitamos hoje.
Adoro quando encontro alguém que vem me falar de “comprovação científica”. Daí eu pergunto: - Todas essas idéias suas tem comprovação científica? Resumindo tudo o que você é, dos pensamentos ao átomo (que é energia pura)... isso também tem comprovação científica? Tudo o que está ao seu redor, fora de você, ou até mesmo algo que esteja dentro (caso você tenha essa noção), que sustenta todo esse complexo energético em movimento contínuo e perfeito, isso também já foi comprovado cientificamente? A energia, o Ser, o Criador de tudo isso... existe uma comprovação científica para ele, ela ou isso?
O próprio som dissonante e inseguro da sua voz, mix de vibração sonora e de emoções que tiveram a “ousadia” de fugir do peito, ainda não encontrou na ciência respostas esclarecedoras. Como disse na coluna anterior, esse é o mundo das coisas que muitos de nós ainda não entendem ou aceitam como sendo algo normal. Esse é um universo paralelo.
Há muita verdade e sabedoria nos antigos ditados baseados em reais valores, pois a verdade transpõe tempo e espaço: “Os semelhantes se atraem”. Os seres que pensam e sentem de forma semelhante agrupam-se naturalmente, pois vibram na mesma freqüência. Isso está comprovado, e cientificamente. Muitos acham isso tudo muito empírico e, presos à ciência, acabam por não expandirem seu universo. Desperdício puro e burro.
Carl Gustav Jung, para quem não conhece, um psiquiatra e psicólogo suíço, um dos fundadores da psicanálise, colocou brilhantemente na sua teoria sobre o Inconsciente Coletivo: as mentes estão constantemente transmitindo e recebendo pensamentos, formando uma grande massa magnética. Nessa grande massa, há correntes mentais tão fortes, claras e definidas quanto as correntes do mar e as do ar. Isso cria os estados mentais. Há fluxos de pensamento que atraímos para nós, e com os quais vibramos simpaticamente.
Certa vez, um escultor encontrou uma pedra e a trabalhou durante meses. Depois de pronta a sua obra, ouviu alguém dizer: - Que bela estátua você fez. Ao que ele respondeu: - Eu não fiz coisa alguma. Ela sempre esteve na pedra, apenas a descobri aparando suas arestas.
E a vida continua seu curso. O assunto também continuaria, mas o espaço acabou [pena]. Outro dia a gente se encontra.
Um grande abraço. Namastê.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Príncipe, Bruxo ou Gladiador
Afinal, quem sou eu, quem é você, quem fomos nós antes de estarmos aqui?
Por algum motivo – que até imaginamos ser forte o suficiente, apagamos da nossa mente consciente as memórias de vidas passadas, porque é para ser assim, enquanto seres em contínua evolução. Então somos, em rápido resumo, agora e desde sempre, vidas passadas a limpo.
Porém, de acordo com a nossa caminhada, com as experiências vividas e, portanto, adquiridas, acredito que sentimentos, ou muitas vezes rápidas lembranças, visões sem muita clareza de detalhes, formam uma grande teia emergindo do fundo da nossa mente inconsciente, principalmente durante o sono, ou num momento de profundo relaxamento, como uma sessão de reiki ou hipnose, por exemplo.
Confesso que é um pouco perturbador olhar a imagem no espelho e não entender todas as vidas que foram manifestadas antes dessa, ou o porque daquela súbita vontade de chorar, ou de estar com determinada pessoa, e ela por sua vez, sem saber, te proporciona um bem enorme. Você a está reconhecendo... ela ainda não. Isso explica muitas paixões loucas, amores perdidos no tempo e que não acabam jamais. Vidas que se entregaram, almas que se amaram, energias que se uniram e que em determinado momento, por forças que a própria razão desconhece, se reaproximam.
E é normal chorar, sim... é normal querer sim, pois só se assusta quem tem medo de viver e de amar. É normal você passar por momentos de tristeza e melancolia, assim como também é normal o sentimento de posse e ciúme, pois ao ter certos insights, você recobra coisas que lhe foram tiradas, momentos que não foram vividos, felicidade que lhe foi poupada, sorrisos que lhe foram extraídos do rosto, conforto que lhe foi arrancado do peito. Prazeres que agora não sente mais. Seu coração deixou de bater com a mesma intensidade.
– “Que piada cósmica sem graça é essa que nos coloca em sofrimento contínuo, nos fazendo lembrar de tudo que deveríamos esquecer. Que chance de mudar eu tenho se nem sei quando são as minhas escolhas, se são os meus desejos se apresentando ou os desejos de uma das minhas vidas pregressas?”
– “Posso imaginar como deve ser interessante não lembrar, ter a verdadeira chance de ser uma tábua rasa...”, estes dois parágrafos não são meus, mas sim do editor de uma das revistas que leio.
Este é um tema que pretendo desenvolver, quando sentir que é chegado o momento, pois hoje me limito a uma breve introdução no mundo das coisas que muitos de nós ainda não entendem ou aceitam como sendo algo normal.
Assim, gostaria hoje de ser apenas Eu... com meus defeitos, mas também com minhas virtudes... não aceitando mais ter que conviver com defeitos de minhas vidas anteriores e, também, abrindo mão de virtudes conquistadas no passado da alma. Será que seria melhor assim? Saberia, então, do que gosto ou não, daquilo que me faz sentir melhor ou pior ante os desafios.
Bom seria se como em um filme, pudéssemos separar apenas as cenas alegres ou românticas e guardá-las para recordar depois. Infelizmente não é assim. Ou você recorda de tudo, ou não.
Bom seria lembrar que já fui um Príncipe, com a responsabilidade de também ter sido um Bruxo, e repousar a consciência num profundo descanso sob zeloso olhar da sua amada, ó Gladiador recém chegado da luta diária dos pensamentos inquietos.
Por algum motivo – que até imaginamos ser forte o suficiente, apagamos da nossa mente consciente as memórias de vidas passadas, porque é para ser assim, enquanto seres em contínua evolução. Então somos, em rápido resumo, agora e desde sempre, vidas passadas a limpo.
Porém, de acordo com a nossa caminhada, com as experiências vividas e, portanto, adquiridas, acredito que sentimentos, ou muitas vezes rápidas lembranças, visões sem muita clareza de detalhes, formam uma grande teia emergindo do fundo da nossa mente inconsciente, principalmente durante o sono, ou num momento de profundo relaxamento, como uma sessão de reiki ou hipnose, por exemplo.
Confesso que é um pouco perturbador olhar a imagem no espelho e não entender todas as vidas que foram manifestadas antes dessa, ou o porque daquela súbita vontade de chorar, ou de estar com determinada pessoa, e ela por sua vez, sem saber, te proporciona um bem enorme. Você a está reconhecendo... ela ainda não. Isso explica muitas paixões loucas, amores perdidos no tempo e que não acabam jamais. Vidas que se entregaram, almas que se amaram, energias que se uniram e que em determinado momento, por forças que a própria razão desconhece, se reaproximam.
E é normal chorar, sim... é normal querer sim, pois só se assusta quem tem medo de viver e de amar. É normal você passar por momentos de tristeza e melancolia, assim como também é normal o sentimento de posse e ciúme, pois ao ter certos insights, você recobra coisas que lhe foram tiradas, momentos que não foram vividos, felicidade que lhe foi poupada, sorrisos que lhe foram extraídos do rosto, conforto que lhe foi arrancado do peito. Prazeres que agora não sente mais. Seu coração deixou de bater com a mesma intensidade.
– “Que piada cósmica sem graça é essa que nos coloca em sofrimento contínuo, nos fazendo lembrar de tudo que deveríamos esquecer. Que chance de mudar eu tenho se nem sei quando são as minhas escolhas, se são os meus desejos se apresentando ou os desejos de uma das minhas vidas pregressas?”
– “Posso imaginar como deve ser interessante não lembrar, ter a verdadeira chance de ser uma tábua rasa...”, estes dois parágrafos não são meus, mas sim do editor de uma das revistas que leio.
Este é um tema que pretendo desenvolver, quando sentir que é chegado o momento, pois hoje me limito a uma breve introdução no mundo das coisas que muitos de nós ainda não entendem ou aceitam como sendo algo normal.
Assim, gostaria hoje de ser apenas Eu... com meus defeitos, mas também com minhas virtudes... não aceitando mais ter que conviver com defeitos de minhas vidas anteriores e, também, abrindo mão de virtudes conquistadas no passado da alma. Será que seria melhor assim? Saberia, então, do que gosto ou não, daquilo que me faz sentir melhor ou pior ante os desafios.
Bom seria se como em um filme, pudéssemos separar apenas as cenas alegres ou românticas e guardá-las para recordar depois. Infelizmente não é assim. Ou você recorda de tudo, ou não.
Bom seria lembrar que já fui um Príncipe, com a responsabilidade de também ter sido um Bruxo, e repousar a consciência num profundo descanso sob zeloso olhar da sua amada, ó Gladiador recém chegado da luta diária dos pensamentos inquietos.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
A Paz é o caminho...
Antes de qualquer coisa, desejo a você um ótimo 2009, com muita paz e harmonia... porque a saúde virá da combinação dessas essências divinas, e alcançando este maravilhoso bem-estar interior, você começará a ter aquela tranqüilidade necessária para buscar a tão sonhada felicidade, seja ela pessoal, familiar, financeira ou profissional.
Mas sei que não é fácil, considerando que você espera que as grandes soluções para os seus maiores problemas venham do céu, enquanto aqui, no insano convívio terreno, você corre atrás não sei bem do que, uma vez que toda essa competição, muitas vezes, te põe à nocaute. E mesmo assim, tão logo levante, você retoma a corrida, sem entender bem o destino. De uma maneira peculiar, mas sempre com um justo propósito, o toque para que você despertasse foi dado.
Essa corrida é tão vazia, tão sem lógica que - não raro, ao longo dessa São Silvestre às avessas, você ainda recebe outros avisos, uns pequenos e sutis, outros nem tanto assim, porém todos com a finalidade de alertar você para o repensar, tipo aquela frase um tanto desgastada: “Você já parou para se reavaliar?” Mas será que é só isso? Não. Existem mais coisas entre o céu e a terra do que você possa imaginar.
Antes de se avaliar (ou reavaliar), você precisa saber quem é aquele(a) que te olha do outro lado do espelho. Mas isso eu já falei também, acho que estou ficando repetitivo. E talvez, propositalmente, repita ainda mais, pois é vital para a vida aqui e depois.
Enquanto você busca as suas respostas, - e isso acontecerá muitas vezes, a vida continuará te dando toques, utilizando-se dos mais variados meios, muitos deles nem sonhados por você.
Falando assim, parece que sei tudo, não é? Você não faz idéia da capacidade que eu tenho de ver o quanto eu não sei, o quanto me falta e o quanto eu preciso crescer e aprender. É essa humildade que insiste em se fazer ausente na maioria das pessoas. Sei que isso não é mérito local. Há nas pessoas um estranho jeito de não olharem para si, e pior, olharem para os outros por cima. Que espécie de prazer isso proporciona? Tenham cuidado com buracos no chão...
Sábado de manhã eu estava em uma livraria da cidade com minha filha, pois ela queria escolher um livro. Vi uma frase antiga servindo de título a uma das obras, o livro “A paz é o caminho”, de um escritor indiano chamado Deepak Chopra. Comentei com o livreiro que a frase era de um outro também indiano, chamado Mahatma Gandhi. Ele repetia, sempre que julgava oportuno, que não há caminhos para a paz, pois somente A PAZ É O CAMINHO.
É preciso ter um grande desprendimento das mesquinharias terrenas para se poder entender, de fato, a grandeza dessa pequena frase. Você pode até concordar com ela, em um primeiro instante, mas talvez precise de “check-point”, uma vida extra, como nos jogos de vídeo-game, para poder colocá-la definitivamente em prática na sua vida.
Discorde, se quiser, eu sou o primeiro a dizer isso. Neste instante não é necessário que você acredite. Então, não creia em tudo que lê ou ouve. Tente esvaziar um pouco a sua mente. Existem técnicas para isso, mas você pode tentar o básico, aliviando um pouco mais toda essa sobrecarga emocional. Amanhã ou depois, se alguma coisa te parecer familiar ou com algum sentido, bom, aí sim, isso terá sido para você uma verdade, pois permaneceu, mesmo após passado algum tempo.
A verdade permanece sempre, diferente da mentira, que precisa ser alimentada, quer pelas coisas que você aceitou carregar, valendo-se do seu livre arbítrio, quer pelas coisas que os outros insistem em lhe jogar por cima, a todo instante.
Escute a sua voz interior. Um grande abraço.
http://www.multidimensionais.blogspot.com/
Terapias Multidimensionais de Harmonização e Cura Energética - Atendimentos agendados e
Contatos: fone (55) 3411-2639 e 8128-1110 e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
Mas sei que não é fácil, considerando que você espera que as grandes soluções para os seus maiores problemas venham do céu, enquanto aqui, no insano convívio terreno, você corre atrás não sei bem do que, uma vez que toda essa competição, muitas vezes, te põe à nocaute. E mesmo assim, tão logo levante, você retoma a corrida, sem entender bem o destino. De uma maneira peculiar, mas sempre com um justo propósito, o toque para que você despertasse foi dado.
Essa corrida é tão vazia, tão sem lógica que - não raro, ao longo dessa São Silvestre às avessas, você ainda recebe outros avisos, uns pequenos e sutis, outros nem tanto assim, porém todos com a finalidade de alertar você para o repensar, tipo aquela frase um tanto desgastada: “Você já parou para se reavaliar?” Mas será que é só isso? Não. Existem mais coisas entre o céu e a terra do que você possa imaginar.
Antes de se avaliar (ou reavaliar), você precisa saber quem é aquele(a) que te olha do outro lado do espelho. Mas isso eu já falei também, acho que estou ficando repetitivo. E talvez, propositalmente, repita ainda mais, pois é vital para a vida aqui e depois.
Enquanto você busca as suas respostas, - e isso acontecerá muitas vezes, a vida continuará te dando toques, utilizando-se dos mais variados meios, muitos deles nem sonhados por você.
Falando assim, parece que sei tudo, não é? Você não faz idéia da capacidade que eu tenho de ver o quanto eu não sei, o quanto me falta e o quanto eu preciso crescer e aprender. É essa humildade que insiste em se fazer ausente na maioria das pessoas. Sei que isso não é mérito local. Há nas pessoas um estranho jeito de não olharem para si, e pior, olharem para os outros por cima. Que espécie de prazer isso proporciona? Tenham cuidado com buracos no chão...
Sábado de manhã eu estava em uma livraria da cidade com minha filha, pois ela queria escolher um livro. Vi uma frase antiga servindo de título a uma das obras, o livro “A paz é o caminho”, de um escritor indiano chamado Deepak Chopra. Comentei com o livreiro que a frase era de um outro também indiano, chamado Mahatma Gandhi. Ele repetia, sempre que julgava oportuno, que não há caminhos para a paz, pois somente A PAZ É O CAMINHO.
É preciso ter um grande desprendimento das mesquinharias terrenas para se poder entender, de fato, a grandeza dessa pequena frase. Você pode até concordar com ela, em um primeiro instante, mas talvez precise de “check-point”, uma vida extra, como nos jogos de vídeo-game, para poder colocá-la definitivamente em prática na sua vida.
Discorde, se quiser, eu sou o primeiro a dizer isso. Neste instante não é necessário que você acredite. Então, não creia em tudo que lê ou ouve. Tente esvaziar um pouco a sua mente. Existem técnicas para isso, mas você pode tentar o básico, aliviando um pouco mais toda essa sobrecarga emocional. Amanhã ou depois, se alguma coisa te parecer familiar ou com algum sentido, bom, aí sim, isso terá sido para você uma verdade, pois permaneceu, mesmo após passado algum tempo.
A verdade permanece sempre, diferente da mentira, que precisa ser alimentada, quer pelas coisas que você aceitou carregar, valendo-se do seu livre arbítrio, quer pelas coisas que os outros insistem em lhe jogar por cima, a todo instante.
Escute a sua voz interior. Um grande abraço.
http://www.multidimensionais.blogspot.com/
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Criança Interior
O Natal é PAZ,
é ENCONTRO,
é RECONCILIAÇÃO,
é HUMILDADE,
é SIMPLICIDADE,
é ESPERANÇA,
é GRAÇA,
é DEDICAÇÃO,
é PERDÃO,
é DOM,
é GESTO,
é PRECE,
é HARMONIA,
é NOITE FELIZ,
é LUZ e AMOR,
NATAL é saber reconhecer na nossa CRIANÇA INTERIOR a criança Divina.
Esta é a minha 11ª coluna. Voltando no tempo, relembro a estréia, em 12 de junho, na 1ª edição deste Jornal. As amigas e colegas de Tribuna, Nilza e Célia, também terapeutas, já escreviam.
Fazendo uma breve retrospectiva do que foi esse segundo semestre de 2008 para quem leu e assimilou alguma coisa daquilo que foi escrito, o que poderia, então, o(a) leitor(a) dizer à respeito?
Logo abaixo está o meu e-mail. Use-o. Se forem elogios: Ótimo, mas se forem críticas: Que bom. Sinal que você não calou, que questionou, que ponderou e transformou isso em ação, em palavras. E isso só faz bem.
Durante toda essa peregrinação que eu chamo de Jornada Interior, nos faltam cartazes ao longo do caminho, indicando para onde levam e qual o aprendizado a se obter com a escolha. Bom assim, não é? Que nada. De que adiantariam as respostas se não soubemos interpretar as perguntas?
Assim é a nossa vida, diante da caminhada que cada um aceitou para si, de comum acordo com o plano superior. Algumas são estradas bonitas, arborizadas e bem seguras. Outras, não tão belas - com buracos, pedras e alguns desníveis, mas não menos necessárias ao viajante. Atalhos ou desvios que por ventura surgirem ao longo da caminhada serão reflexos de escolhas feitas a cada quilômetro vivido. Para que esses caminhos sejam os mais acertados ou os menos errados, é essencial que saibamos entender que não somos apenas um, mas três. É necessário, então, harmonizarmos.
Nosso EU SUPERIOR, é aquele que nos coloca em contato com o Pai. É a presença divina em nós.
Nosso EU MÉDIO ou consciente, é como estamos agora, neste momento.
Nosso EU CRIANÇA é a forma inocente que há dentro de nós. É dele que precisamos cuidar, para que ele possa, então, cuidar de nós. Em certo momento Mahatma Ghandhi disse que poderemos compreender melhor a lei do amor através das crianças.
Depois de entendermos a complexa questão dos 3 Eus, passaremos para a fase seguinte: a da compreensão que não somos mais três, mas que todos nós, seres, agora juntos, somos um só.
Esse assunto tem que ser tratado aos poucos, pois é dessa forma que ele vai sendo assimilado.
Isso é Terapia, também.
A todos os leitores, colaboradores e a direção do Jornal Tribuna, votos de um Feliz Natal pensado e não apenas comemorado. Um Natal Feliz é um Natal consciente daquilo que fazemos, e também do que não fazemos. Um grande abraço a todos.
Lembre que aqui você pode rever todas as colunas anteriores escritas por mim no Jornal TRIBUNA de Uruguaiana.
Atendimentos agendados e contatos: fone (55) 3411-2639 e 8128-1110
e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
é ENCONTRO,
é RECONCILIAÇÃO,
é HUMILDADE,
é SIMPLICIDADE,
é ESPERANÇA,
é GRAÇA,
é DEDICAÇÃO,
é PERDÃO,
é DOM,
é GESTO,
é PRECE,
é HARMONIA,
é NOITE FELIZ,
é LUZ e AMOR,
NATAL é saber reconhecer na nossa CRIANÇA INTERIOR a criança Divina.
Esta é a minha 11ª coluna. Voltando no tempo, relembro a estréia, em 12 de junho, na 1ª edição deste Jornal. As amigas e colegas de Tribuna, Nilza e Célia, também terapeutas, já escreviam.
Fazendo uma breve retrospectiva do que foi esse segundo semestre de 2008 para quem leu e assimilou alguma coisa daquilo que foi escrito, o que poderia, então, o(a) leitor(a) dizer à respeito?
Logo abaixo está o meu e-mail. Use-o. Se forem elogios: Ótimo, mas se forem críticas: Que bom. Sinal que você não calou, que questionou, que ponderou e transformou isso em ação, em palavras. E isso só faz bem.
Durante toda essa peregrinação que eu chamo de Jornada Interior, nos faltam cartazes ao longo do caminho, indicando para onde levam e qual o aprendizado a se obter com a escolha. Bom assim, não é? Que nada. De que adiantariam as respostas se não soubemos interpretar as perguntas?
Assim é a nossa vida, diante da caminhada que cada um aceitou para si, de comum acordo com o plano superior. Algumas são estradas bonitas, arborizadas e bem seguras. Outras, não tão belas - com buracos, pedras e alguns desníveis, mas não menos necessárias ao viajante. Atalhos ou desvios que por ventura surgirem ao longo da caminhada serão reflexos de escolhas feitas a cada quilômetro vivido. Para que esses caminhos sejam os mais acertados ou os menos errados, é essencial que saibamos entender que não somos apenas um, mas três. É necessário, então, harmonizarmos.
Nosso EU SUPERIOR, é aquele que nos coloca em contato com o Pai. É a presença divina em nós.
Nosso EU MÉDIO ou consciente, é como estamos agora, neste momento.
Nosso EU CRIANÇA é a forma inocente que há dentro de nós. É dele que precisamos cuidar, para que ele possa, então, cuidar de nós. Em certo momento Mahatma Ghandhi disse que poderemos compreender melhor a lei do amor através das crianças.
Depois de entendermos a complexa questão dos 3 Eus, passaremos para a fase seguinte: a da compreensão que não somos mais três, mas que todos nós, seres, agora juntos, somos um só.
Esse assunto tem que ser tratado aos poucos, pois é dessa forma que ele vai sendo assimilado.
Isso é Terapia, também.
A todos os leitores, colaboradores e a direção do Jornal Tribuna, votos de um Feliz Natal pensado e não apenas comemorado. Um Natal Feliz é um Natal consciente daquilo que fazemos, e também do que não fazemos. Um grande abraço a todos.
Lembre que aqui você pode rever todas as colunas anteriores escritas por mim no Jornal TRIBUNA de Uruguaiana.
Atendimentos agendados e contatos: fone (55) 3411-2639 e 8128-1110
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
"Alternativas" existem.
A medicina Natural ou Alternativa, surgiu no Oriente há mais de 3.000 anos a.C., e somente agora neste século é que está tendo uma atenção maior por parte do meio científico. A classe médica, ainda hoje, é totalmente alopática e obediente aos princípios hipocráticos do soma. Porém, com o advento da psicossomática, a ciência passou a aceitar que certas doenças tem suas origens no emocional. Assim sendo, fomos conhecendo, aos poucos, alguns dos Tratamentos Alternativos. Existem vários tipos de Tratamentos Naturais, tais como o Reiki, a Cura Quântica, a Auriculoterapia, Aromaterapia, Acupuntura, Fitoterapia, Shiatsu, Macrobiótica, Florais, Cristaloterapia, Cromoterapia, Sonoterapia, Yoga, Massoterapia, Magnetoterapia, Quiropraxia, Bioenergética, Termoterapia, Terapia de Regressão, Digitopuntura, dentre outras.
Todas elas trabalhando a favor da integridade vital, para que nos tornemos seres mais sadios.
Segundo dados das Nações Unidas, pessoas que fazem uso, também, da medicina Alternativa no tratamento das doenças e na obtenção de mais saúde, vivem cerca de 20% a mais do que aquelas que somente se tratam com os medicamentos alopáticos.
E aí entra algo que sempre digo: Não existe doença. O que existe são pessoas doentes. O “adoecer” não é uma escolha. Ninguém, em sã consciência, atrairia para si algo que não lhe seja saudável. Infelizmente isso é teoria, pois o que fazemos, quase que o tempo todo, é atrair mais e mais coisas que em nada nos acrescentam enquanto almas em contínua e controversa evolução.
Quanto à doença, ela por si só não sobrevive. É preciso que acreditemos nela. É preciso que exista uma falha no nosso campo energético. Essa é a primeira fronteira. A “vitória” ocorre quando a desarmonia chega até o corpo físico, aí sim, pobre órgão. Bactérias ou vírus precisam de condições ideais para seu desenvolvimento. Cadê a presença protetora do sistema imunológico, que tantas medalhas obteve ao longo da sua história de vida?
Eis que nesta saga existe a figura do traidor. Aliás, como em quase todas. Preocupação, tristeza, mágoa guardada, rancor, ódio. A imunidade afetada deixa o inimigo entrar. Uma vez alojado, alimenta-se à vontade. O corpo hospitaleiro, que dentro em breve sentirá as dores, é hoje o principal agente de sustentação da doença. Agora sim ela existe, porque está no corpo que a manterá.
Mas e o tal traidor, afinal quem é?
Nossas Formas-Pensamento, tudo aquilo que achamos que não somos, porque somos treinados para nunca fazer, pois "é perigoso". Por gerações e gerações fomos perdendo a coragem, a garra, a determinação que nossos antepassados possuíam, e usavam a seu favor, pois ousavam. Medo era apenas uma palavra. Eis os traidores. Acreditamos em doenças, mas não acreditamos potencialmente na cura. Acreditamos em guerra, mas não pedimos pela paz. Saímos de nossas tocas porque ouvimos um barulho vindo da rua. Acidente? E lá estamos nós, juízes, apontando culpados, olhando a ação da polícia para ver o desfecho. Em algum momento intencionamos a Paz e a Harmonia para o trânsito? Pois é. Esses somos nós, seres de miserável Fé.
O pior é quando sabemos de tudo isso e cruzamos os braços. Será que não existem outras alternativas? Acima, várias delas foram listadas, um rol de excelentes Terapias Complementares que estão ao nosso alcance, à favor da saúde mental, psíquica e física do Ser.
Inicie hoje um processo saudável de mudança dentro de você. Aproveite a Feira do Livro na praça e compre alguma obra. Dê um livro ao seu filho. Desligue-se um pouco da tv. Leia, relaxe e fortaleça-se.
contatos: fone (55) 3411-2639 e 8128-1110 e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
Todas elas trabalhando a favor da integridade vital, para que nos tornemos seres mais sadios.
Segundo dados das Nações Unidas, pessoas que fazem uso, também, da medicina Alternativa no tratamento das doenças e na obtenção de mais saúde, vivem cerca de 20% a mais do que aquelas que somente se tratam com os medicamentos alopáticos.
E aí entra algo que sempre digo: Não existe doença. O que existe são pessoas doentes. O “adoecer” não é uma escolha. Ninguém, em sã consciência, atrairia para si algo que não lhe seja saudável. Infelizmente isso é teoria, pois o que fazemos, quase que o tempo todo, é atrair mais e mais coisas que em nada nos acrescentam enquanto almas em contínua e controversa evolução.
Quanto à doença, ela por si só não sobrevive. É preciso que acreditemos nela. É preciso que exista uma falha no nosso campo energético. Essa é a primeira fronteira. A “vitória” ocorre quando a desarmonia chega até o corpo físico, aí sim, pobre órgão. Bactérias ou vírus precisam de condições ideais para seu desenvolvimento. Cadê a presença protetora do sistema imunológico, que tantas medalhas obteve ao longo da sua história de vida?
Eis que nesta saga existe a figura do traidor. Aliás, como em quase todas. Preocupação, tristeza, mágoa guardada, rancor, ódio. A imunidade afetada deixa o inimigo entrar. Uma vez alojado, alimenta-se à vontade. O corpo hospitaleiro, que dentro em breve sentirá as dores, é hoje o principal agente de sustentação da doença. Agora sim ela existe, porque está no corpo que a manterá.
Mas e o tal traidor, afinal quem é?
Nossas Formas-Pensamento, tudo aquilo que achamos que não somos, porque somos treinados para nunca fazer, pois "é perigoso". Por gerações e gerações fomos perdendo a coragem, a garra, a determinação que nossos antepassados possuíam, e usavam a seu favor, pois ousavam. Medo era apenas uma palavra. Eis os traidores. Acreditamos em doenças, mas não acreditamos potencialmente na cura. Acreditamos em guerra, mas não pedimos pela paz. Saímos de nossas tocas porque ouvimos um barulho vindo da rua. Acidente? E lá estamos nós, juízes, apontando culpados, olhando a ação da polícia para ver o desfecho. Em algum momento intencionamos a Paz e a Harmonia para o trânsito? Pois é. Esses somos nós, seres de miserável Fé.
O pior é quando sabemos de tudo isso e cruzamos os braços. Será que não existem outras alternativas? Acima, várias delas foram listadas, um rol de excelentes Terapias Complementares que estão ao nosso alcance, à favor da saúde mental, psíquica e física do Ser.
Inicie hoje um processo saudável de mudança dentro de você. Aproveite a Feira do Livro na praça e compre alguma obra. Dê um livro ao seu filho. Desligue-se um pouco da tv. Leia, relaxe e fortaleça-se.
contatos: fone (55) 3411-2639 e 8128-1110 e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
DESAFIOS DA TERAPIA
Na edição do dia 24 de outubro, nesta mesma coluna, deixei uma espécie de convite em aberto, não para muitos, pois seria inviável, mas para quem precisasse e quisesse conhecer, gratuitamente, um pouco mais das Terapias Vibracionais.
Fiz isso em virtude do pouco conhecimento que a maioria das pessoas tem a respeito das Terapias Alternativas, adotadas em várias partes do mundo por não serem agressivas à saúde física e mental.
Algumas pessoas responderam positivamente ao convite. E fazendo um breve balanço, vejo que aquelas que iniciaram um processo de limpeza interior encontram-se hoje mais harmonizadas, mais saudáveis, pois estão livrando-se, mesmo que aos poucos e dentro dos limites individuais, das velhas e pesadas cargas acumuladas. Verdadeiras e inúteis quinquilharias que insistimos em carregar, fazendo com que nos curvemos diante de nossa própria estrada. Acho que o convite não foi em vão.
Agradeço àqueles que, além de terem escolhido o Jornal Tribuna como veículo de leitura, souberam “ler” nas entrelinhas que tal convite não era só para um breve jogo de perguntas e respostas rápidas, pois isso é teatral demais, e fácil para quem quer lucrar com a desorientação de alguém.
Entenda, caro leitor, que para cada tipo de necessidade humana, para cada tipo de ouvinte, haverão vozes certas, entoando aquilo que você precisa escutar naquele momento, porque você está preparado somente para ouvir aquilo. Tudo de acordo com o nível vibratório em que você está, e que pode ser ótimo para você, de bom tamanho para suas aspirações internas. Mas isso não significa, necessariamente, “saneamento básico”.
Para sua surpresa, tudo aquilo terá sido tão somente o que você foi buscar (porque era esse o seu interesse), naquele momento, e em comum acordo com a sua capacidade de assimilação naquela fase da sua vida.
Porém, para uma mudança de atitude diante daqueles obstáculos que nós mesmos colocamos à nossa frente, é preciso entender mais, assimilar mais, e para isso é preciso querer mais.
– “Como assim, obstáculos que eu mesmo coloquei?” ...Viu só? Se você não está preparado ou não quer ouvir isso, continuará no mesmo tipo de vidinha em que se encontra a maioria das pessoas, que colocam a culpa no outros e no mundo, reclamando de tudo quanto possa caber em suas frases, e que querem te manter a bordo, junto à elas. Isso seria uma excelente forma de praticar a solidariedade, todos afundando juntos, no mesmo barquinho. Um final decepcionante, com certeza, diriam os grandes mestres que por aqui andaram e que, de alguma forma, ajudaram e ainda estão dispostos a ajudar, desde que você peça.
Mas nem sempre nossas ações refletem o que é melhor naquele momento. É preciso separar ainda mais as várias formas de pensamentos e vontades. É preciso ir além.
Certa vez, em conversa com a Izabel, grande amiga que não está mais neste plano, falávamos da intenção de estender a mão, do querer ajudar sem ser solicitado. Seria essa a vontade do plano superior? Ouvi dela, com a experiência que não só os anos, mas também os momentos de incerteza lhe haviam conferido, que somente pela vontade não deveríamos agir, pois estaríamos interferindo no desenvolvimento daquela pessoa. E procurando distinguir a invisível linha que divide a minha vontade da minha mais sutil intuição, por vários momentos, já me coloquei em questionamento.
Não raro, às vezes me vejo fazendo algo que, coincidentemente, soa parecido, senão idêntico.
contatos: fone (55) 3411-2639 e 8128-1110 e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
Fiz isso em virtude do pouco conhecimento que a maioria das pessoas tem a respeito das Terapias Alternativas, adotadas em várias partes do mundo por não serem agressivas à saúde física e mental.
Algumas pessoas responderam positivamente ao convite. E fazendo um breve balanço, vejo que aquelas que iniciaram um processo de limpeza interior encontram-se hoje mais harmonizadas, mais saudáveis, pois estão livrando-se, mesmo que aos poucos e dentro dos limites individuais, das velhas e pesadas cargas acumuladas. Verdadeiras e inúteis quinquilharias que insistimos em carregar, fazendo com que nos curvemos diante de nossa própria estrada. Acho que o convite não foi em vão.
Agradeço àqueles que, além de terem escolhido o Jornal Tribuna como veículo de leitura, souberam “ler” nas entrelinhas que tal convite não era só para um breve jogo de perguntas e respostas rápidas, pois isso é teatral demais, e fácil para quem quer lucrar com a desorientação de alguém.
Entenda, caro leitor, que para cada tipo de necessidade humana, para cada tipo de ouvinte, haverão vozes certas, entoando aquilo que você precisa escutar naquele momento, porque você está preparado somente para ouvir aquilo. Tudo de acordo com o nível vibratório em que você está, e que pode ser ótimo para você, de bom tamanho para suas aspirações internas. Mas isso não significa, necessariamente, “saneamento básico”.
Para sua surpresa, tudo aquilo terá sido tão somente o que você foi buscar (porque era esse o seu interesse), naquele momento, e em comum acordo com a sua capacidade de assimilação naquela fase da sua vida.
Porém, para uma mudança de atitude diante daqueles obstáculos que nós mesmos colocamos à nossa frente, é preciso entender mais, assimilar mais, e para isso é preciso querer mais.
– “Como assim, obstáculos que eu mesmo coloquei?” ...Viu só? Se você não está preparado ou não quer ouvir isso, continuará no mesmo tipo de vidinha em que se encontra a maioria das pessoas, que colocam a culpa no outros e no mundo, reclamando de tudo quanto possa caber em suas frases, e que querem te manter a bordo, junto à elas. Isso seria uma excelente forma de praticar a solidariedade, todos afundando juntos, no mesmo barquinho. Um final decepcionante, com certeza, diriam os grandes mestres que por aqui andaram e que, de alguma forma, ajudaram e ainda estão dispostos a ajudar, desde que você peça.
Mas nem sempre nossas ações refletem o que é melhor naquele momento. É preciso separar ainda mais as várias formas de pensamentos e vontades. É preciso ir além.
Certa vez, em conversa com a Izabel, grande amiga que não está mais neste plano, falávamos da intenção de estender a mão, do querer ajudar sem ser solicitado. Seria essa a vontade do plano superior? Ouvi dela, com a experiência que não só os anos, mas também os momentos de incerteza lhe haviam conferido, que somente pela vontade não deveríamos agir, pois estaríamos interferindo no desenvolvimento daquela pessoa. E procurando distinguir a invisível linha que divide a minha vontade da minha mais sutil intuição, por vários momentos, já me coloquei em questionamento.
Não raro, às vezes me vejo fazendo algo que, coincidentemente, soa parecido, senão idêntico.
contatos: fone (55) 3411-2639 e 8128-1110 e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Cristais
Os cristais, que são pedras preciosas, vêm sendo utilizados ao longo dos tempos pelas mais diferentes civilizações e com diversas finalidades.
Da Atlântida ao Egito. Também Incas, Astecas e Tibetanos faziam uso de cristais.
Mas, como tudo na vida, uma procedimento terapêutico, algo novo que acontece, ainda não comprovado pela ciência, é desacreditado pela grande maioria.
Só aceitamos algo novo quando conseguimos produzir algo semelhante em laboratório [risos].
Penso que para a grande maioria das pessoas, as energias superiores (aquelas que não podemos ver), pertencem ao reino do invisível ou, para os mais incrédulos, do inexistente.
A partir do momento em que a ciência começou a produzir cristais líquidos artificialmente, os biólogos começaram a reconhecer que muitas membranas e estruturas celulares existentes no ser humano, também são cristais líquidos.
Cristais são agentes de energização que atuam como equilibradores de qualquer campo energético.
Cristais são amplificadores de energia. E é isso que nos interessa. Em terapias como o REIKI, eles são excelentes complementos, pois no momento em que utilizamos uma pedra, um quartzo e unimos a energia desse cristal à energia da pessoa atendida, criamos uma nova combinação de força vibracional atuante. Dessa forma, ampliamos a energia no local onde colocamos a pedra.
A vibração do cristal funde-se com a vibração da pessoa, em perfeita harmonia, auxiliando-a a desbloquear energias estagnadas, elevando a energia da pessoa a níveis de percepção bem mais acima do normal.
No processo de cura é importante considerar não só os sintomas físicos, mas também as causas energéticas, mentais, emocionais e psicológicas subjacentes. É o “tratar-se por inteiro” que comentei na semana passada.
Essas freqüências ampliadas e benéficas que os cristais nos trazem, servem para neutralizar cargas negativas e dissolver bloqueios, firmando e harmonizando o equilíbrio psico-físico-emocional da pessoa.
O futuro da Medicina, a partir da decodificação do DNA, caminha na direção de se manter a saúde graças à possibilidade de se diagnosticar, prematuramente, as predisposições genéticas (energéticas) do ser humano para as enfermidades.
É o encontro da Medicina tradicional, da ciência, com as Terapias Complementares.
O ser humano é uma ponte entre os reinos material e espiritual. Ele possui uma capacidade ilimitada para o conhecimento, a sabedoria, a vitalidade, a saúde e a alegria de viver, mas só está “vagamente” consciente do potencial que tem.
Assim é a Coluna DIÁLOGO INTERIOR: A cada 6ª feira a palavra de um Terapeuta, levando até você, um pouco daquilo que falta nos dias de hoje: Palavras mais humanas, verdadeiras, esclarecedoras, com conhecimento, para que você as ponha na sua balança, e veja o que pesa mais para você naquele instante. O que é possível aproveitar para sua vida naquele momento.
Aquilo que ao final permanecer, será, somente para você, a sua verdade. Isso é o que conta.
Um grande abraço.
informações: fone (55) 3411-2639 ou 8128-1110 e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
Da Atlântida ao Egito. Também Incas, Astecas e Tibetanos faziam uso de cristais.
Mas, como tudo na vida, uma procedimento terapêutico, algo novo que acontece, ainda não comprovado pela ciência, é desacreditado pela grande maioria.
Só aceitamos algo novo quando conseguimos produzir algo semelhante em laboratório [risos].
Penso que para a grande maioria das pessoas, as energias superiores (aquelas que não podemos ver), pertencem ao reino do invisível ou, para os mais incrédulos, do inexistente.
A partir do momento em que a ciência começou a produzir cristais líquidos artificialmente, os biólogos começaram a reconhecer que muitas membranas e estruturas celulares existentes no ser humano, também são cristais líquidos.
Cristais são agentes de energização que atuam como equilibradores de qualquer campo energético.
Cristais são amplificadores de energia. E é isso que nos interessa. Em terapias como o REIKI, eles são excelentes complementos, pois no momento em que utilizamos uma pedra, um quartzo e unimos a energia desse cristal à energia da pessoa atendida, criamos uma nova combinação de força vibracional atuante. Dessa forma, ampliamos a energia no local onde colocamos a pedra.
A vibração do cristal funde-se com a vibração da pessoa, em perfeita harmonia, auxiliando-a a desbloquear energias estagnadas, elevando a energia da pessoa a níveis de percepção bem mais acima do normal.
No processo de cura é importante considerar não só os sintomas físicos, mas também as causas energéticas, mentais, emocionais e psicológicas subjacentes. É o “tratar-se por inteiro” que comentei na semana passada.
Essas freqüências ampliadas e benéficas que os cristais nos trazem, servem para neutralizar cargas negativas e dissolver bloqueios, firmando e harmonizando o equilíbrio psico-físico-emocional da pessoa.
O futuro da Medicina, a partir da decodificação do DNA, caminha na direção de se manter a saúde graças à possibilidade de se diagnosticar, prematuramente, as predisposições genéticas (energéticas) do ser humano para as enfermidades.
É o encontro da Medicina tradicional, da ciência, com as Terapias Complementares.
O ser humano é uma ponte entre os reinos material e espiritual. Ele possui uma capacidade ilimitada para o conhecimento, a sabedoria, a vitalidade, a saúde e a alegria de viver, mas só está “vagamente” consciente do potencial que tem.
Assim é a Coluna DIÁLOGO INTERIOR: A cada 6ª feira a palavra de um Terapeuta, levando até você, um pouco daquilo que falta nos dias de hoje: Palavras mais humanas, verdadeiras, esclarecedoras, com conhecimento, para que você as ponha na sua balança, e veja o que pesa mais para você naquele instante. O que é possível aproveitar para sua vida naquele momento.
Aquilo que ao final permanecer, será, somente para você, a sua verdade. Isso é o que conta.
Um grande abraço.
informações: fone (55) 3411-2639 ou 8128-1110 e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Trate-se por inteiro
Os sintomas de doença são o modo como a mente e o espírito nos alertam para problemas que ocorrem em um nível mais superior, e na verdade são uma espécie de “sinal de parada”, que nos pede para examinar nossas vidas. Entretanto, a sociedade ocidental vê a doença apenas como algo isolado, negativo e que precisa ser superado.
È bastante comum não darmos importância aos pequenos sinais - e sempre digo isso, lá onde começam as grandes encrencas. As justificativas para essa falta de atenção são várias. Uma pessoa doente é alguém que precisa parar um pouco, que precisa olhar de uma forma mais generosa para o corpo que lhe mantém em pé, e não somente para o foco da dor. O doente é um ser humano completo, e não apenas um determinado órgão.
Entendo que as pressões que restringem essa desaceleração são muitas, e em determinadas situações, até impeditivas. São as tais metas que precisam ser atingidas, os empregadores que querem que você “funcione” como se fosse máquina de uma linha de produção, e até a própria família que, em alguns casos, não permite que você reduza a marcha, pois precisam de você. Sendo assim, é óbvio, então, que a parada é importante para a sua saúde, para que você avalie suas desarmonias, acerte o passo e siga em frente.
A partir do momento em que vemos a doença, o cansaço mental, o stress, a intolerância, a falta de criatividade, a incapacidade de discernir, como sinais para as mudanças, nossa opinião muda sensivelmente e passamos a adotar uma atitude de gratidão em relação a esses sinalizadores.
Esses sinais podem ser pequenos demais como uma mancha branca na unha, que informa a pouca quantidade do elemento zinco no seu organismo, ou visíveis o bastante como um rosto pálido, sem vida e com a nítida expressão de tristeza, rancor, ou preocupação. Esse último sinal parece bem claro e fácil de identificar, pois basta olhar-se no espelho. E acredite, mesmo assim, muitos serão incapazes de se reconhecer doentes. O que fazer, então?
Sentindo-se bem ou não, observe a maneira como você vive hoje, o jeito como encara suas limitações, os meios que usa para superar seus obstáculos, o modo como trata seus semelhantes, seus sentimentos, suas emoções, seu ritmo de trabalho, seus hábitos alimentares, etc.
Crie um diálogo com você mesmo, esquecendo, apenas por um instante, a regra que definiria isso como um monólogo. E por falar em regras, elas são impostas a todo instante por outras pessoas, o que nos leva a pensar (e como é bom pensar) que também nós temos o sagrado direito de criar as nossas, para o nosso bem, claro, sem interferir na vida dos outros (daí o bom uso do livre arbítrio).
Então crie, desde agora, algumas regras que funcionarão para você, para sua vida.
As Terapias Complementares, que são terapias naturais e não agressivas, levam em consideração o ser humano na sua totalidade, ajudando-o a superar determinadas situações causadoras dos desequilíbrios atuais, que são reflexos daquilo que já começou em um nível não físico.
E ainda que sob o efeito negativo do “resto do mundo”, tente transmutar essas energias a seu favor e visualize-se como um ser capaz de obras maiores, e que levarão você a outro nível da sua evolução, da sua longa caminhada pessoal e de alma. Tente ser o melhor que puder para você mesmo. Não desista de seus sonhos, nunca. E saiba que tentar é muito mais do que você imagina.
Um forte abraço.
informações: fone (55) 3411-2639 ou 8128-1110
e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
È bastante comum não darmos importância aos pequenos sinais - e sempre digo isso, lá onde começam as grandes encrencas. As justificativas para essa falta de atenção são várias. Uma pessoa doente é alguém que precisa parar um pouco, que precisa olhar de uma forma mais generosa para o corpo que lhe mantém em pé, e não somente para o foco da dor. O doente é um ser humano completo, e não apenas um determinado órgão.
Entendo que as pressões que restringem essa desaceleração são muitas, e em determinadas situações, até impeditivas. São as tais metas que precisam ser atingidas, os empregadores que querem que você “funcione” como se fosse máquina de uma linha de produção, e até a própria família que, em alguns casos, não permite que você reduza a marcha, pois precisam de você. Sendo assim, é óbvio, então, que a parada é importante para a sua saúde, para que você avalie suas desarmonias, acerte o passo e siga em frente.
A partir do momento em que vemos a doença, o cansaço mental, o stress, a intolerância, a falta de criatividade, a incapacidade de discernir, como sinais para as mudanças, nossa opinião muda sensivelmente e passamos a adotar uma atitude de gratidão em relação a esses sinalizadores.
Esses sinais podem ser pequenos demais como uma mancha branca na unha, que informa a pouca quantidade do elemento zinco no seu organismo, ou visíveis o bastante como um rosto pálido, sem vida e com a nítida expressão de tristeza, rancor, ou preocupação. Esse último sinal parece bem claro e fácil de identificar, pois basta olhar-se no espelho. E acredite, mesmo assim, muitos serão incapazes de se reconhecer doentes. O que fazer, então?
Sentindo-se bem ou não, observe a maneira como você vive hoje, o jeito como encara suas limitações, os meios que usa para superar seus obstáculos, o modo como trata seus semelhantes, seus sentimentos, suas emoções, seu ritmo de trabalho, seus hábitos alimentares, etc.
Crie um diálogo com você mesmo, esquecendo, apenas por um instante, a regra que definiria isso como um monólogo. E por falar em regras, elas são impostas a todo instante por outras pessoas, o que nos leva a pensar (e como é bom pensar) que também nós temos o sagrado direito de criar as nossas, para o nosso bem, claro, sem interferir na vida dos outros (daí o bom uso do livre arbítrio).
Então crie, desde agora, algumas regras que funcionarão para você, para sua vida.
As Terapias Complementares, que são terapias naturais e não agressivas, levam em consideração o ser humano na sua totalidade, ajudando-o a superar determinadas situações causadoras dos desequilíbrios atuais, que são reflexos daquilo que já começou em um nível não físico.
E ainda que sob o efeito negativo do “resto do mundo”, tente transmutar essas energias a seu favor e visualize-se como um ser capaz de obras maiores, e que levarão você a outro nível da sua evolução, da sua longa caminhada pessoal e de alma. Tente ser o melhor que puder para você mesmo. Não desista de seus sonhos, nunca. E saiba que tentar é muito mais do que você imagina.
Um forte abraço.
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Reflexão
“Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, sem amor nada seria”. (Apóstolo Paulo).
Esta é e sempre será a essência de qualquer trabalho de cura e de harmonização em todos os níveis.
Por mais que conheçamos todas as técnicas de cura universal, tudo será em vão, se não existir o amor. Cada técnica aprendida será um rumo para nos guiar, mas jamais será o alicerce, pois nenhuma técnica é o nosso objetivo. O nosso objetivo é o amor!
Durante muitas eras, o homem criou várias coisas. A tecnologia que hoje temos comprova isso. A lâmpada, o telefone, as máquinas, carros, aviões, computadores, internet. O homem alçou altos vôos. A medicina descobriu curas magníficas. Com tudo isso, aos poucos e sem perceber, o homem acabou acelerando, também, seu ritmo de vida, tornando-se dependente de todas essas coisas.
O acessório tornou-se o essencial, servindo de mola propulsora da sociedade. A energia, na forma de moeda, foi enviada pelo plano espiritual para que o homem pudesse comunicar-se, quebrando a barreira das fronteiras e das línguas.
Mais uma vez esse instrumento transformou-se em necessidade, em ferramenta para buscar uma suposta felicidade. Com tudo isso, veio a desarmonia que se implantou no planeta, essa busca desenfreada por uma felicidade utópica, pois não é estruturada no amor, mas sim em bens e objetos criados pelo pensamento do homem.
Há uma historinha, já conhecida, que narra o desentendimento de uma turma revoltada contra o todo-poderoso Criador. Foi tramado um plano para esconder o amor, atrasando, assim, a evolução de toda a humanidade. Pensaram em escondê-lo em uma distante floresta, onde seria quase impossível encontrar. E se algum pássaro achasse? Não, essa não era uma boa idéia.
O fundo de um oceano parecia ser a melhor alternativa, mas e se algum peixe trouxesse o amor à superfície? Também não foi uma idéia genial.
Houve, então, um consenso. Esconder o amor em um lugar onde jamais o homem pensaria em procurar, dentro de si mesmo.
E assim foi feito. Achando que lutavam contra seu próprio Criador, serviram, na verdade, de mensageiros, colocando dentro de cada um o elo de identificação com aquele que os criou.
Assim, o amor de Deus esteve sempre dentro de nós, por meio da simplicidade, da partilha, do perdão, da gratidão, da verdade, da humildade.
Tentemos, então, ter uma vida mais tranqüila, vivendo o presente, tendo consciência de que o passado já se foi e que o futuro nós começamos a construir hoje. E, acima de tudo, tratemos todas as formas de vida com respeito, pois Deus está em tudo o que existe.
Por mais cético ou desprovido de alguma crença que seja, você está aí, com um coração pulsando dentro de você. E, a menos que queira se considerar uma espécie de “lixo sideral ou criatura do nada”, tenha a grandiosidade de se reconhecer como merecedor de coisas boas. Porém, será o passo seguinte que o tornará um humilde ganhador, um presenteado de fato: a gratidão. Faça isso por você.
Parece repetição, do tipo “auto-ajuda”, não é? E até pode parecer. Mas entenderemos que, durante nossa caminhada, tudo o que desejarmos para nós e para a nossa vida, se realiza à medida que vamos reaprendendo quem realmente somos.
Um grande abraço.
contatos: fone (55) 3411-2639 ou 8128-1110
e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
Esta é e sempre será a essência de qualquer trabalho de cura e de harmonização em todos os níveis.
Por mais que conheçamos todas as técnicas de cura universal, tudo será em vão, se não existir o amor. Cada técnica aprendida será um rumo para nos guiar, mas jamais será o alicerce, pois nenhuma técnica é o nosso objetivo. O nosso objetivo é o amor!
Durante muitas eras, o homem criou várias coisas. A tecnologia que hoje temos comprova isso. A lâmpada, o telefone, as máquinas, carros, aviões, computadores, internet. O homem alçou altos vôos. A medicina descobriu curas magníficas. Com tudo isso, aos poucos e sem perceber, o homem acabou acelerando, também, seu ritmo de vida, tornando-se dependente de todas essas coisas.
O acessório tornou-se o essencial, servindo de mola propulsora da sociedade. A energia, na forma de moeda, foi enviada pelo plano espiritual para que o homem pudesse comunicar-se, quebrando a barreira das fronteiras e das línguas.
Mais uma vez esse instrumento transformou-se em necessidade, em ferramenta para buscar uma suposta felicidade. Com tudo isso, veio a desarmonia que se implantou no planeta, essa busca desenfreada por uma felicidade utópica, pois não é estruturada no amor, mas sim em bens e objetos criados pelo pensamento do homem.
Há uma historinha, já conhecida, que narra o desentendimento de uma turma revoltada contra o todo-poderoso Criador. Foi tramado um plano para esconder o amor, atrasando, assim, a evolução de toda a humanidade. Pensaram em escondê-lo em uma distante floresta, onde seria quase impossível encontrar. E se algum pássaro achasse? Não, essa não era uma boa idéia.
O fundo de um oceano parecia ser a melhor alternativa, mas e se algum peixe trouxesse o amor à superfície? Também não foi uma idéia genial.
Houve, então, um consenso. Esconder o amor em um lugar onde jamais o homem pensaria em procurar, dentro de si mesmo.
E assim foi feito. Achando que lutavam contra seu próprio Criador, serviram, na verdade, de mensageiros, colocando dentro de cada um o elo de identificação com aquele que os criou.
Assim, o amor de Deus esteve sempre dentro de nós, por meio da simplicidade, da partilha, do perdão, da gratidão, da verdade, da humildade.
Tentemos, então, ter uma vida mais tranqüila, vivendo o presente, tendo consciência de que o passado já se foi e que o futuro nós começamos a construir hoje. E, acima de tudo, tratemos todas as formas de vida com respeito, pois Deus está em tudo o que existe.
Por mais cético ou desprovido de alguma crença que seja, você está aí, com um coração pulsando dentro de você. E, a menos que queira se considerar uma espécie de “lixo sideral ou criatura do nada”, tenha a grandiosidade de se reconhecer como merecedor de coisas boas. Porém, será o passo seguinte que o tornará um humilde ganhador, um presenteado de fato: a gratidão. Faça isso por você.
Parece repetição, do tipo “auto-ajuda”, não é? E até pode parecer. Mas entenderemos que, durante nossa caminhada, tudo o que desejarmos para nós e para a nossa vida, se realiza à medida que vamos reaprendendo quem realmente somos.
Um grande abraço.
contatos: fone (55) 3411-2639 ou 8128-1110
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Moral da história...
A filha, chorando, contava para sua mãe como tudo andava dando errado em sua vida. Ela não saiu bem na prova de Matemática, o namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade.
Enquanto isso, sua mãe preparava os ingredientes para fazer um bolo e, virando-se para a menina, sorriu-lhe e perguntou se ela gostava de bolo de chocolate.
- Claro mãe, é o bolo que eu mais gosto, disse a garota.
-Então prova filha, disse a mãe, estendendo-lhe a mão com uma colher de óleo de cozinha.
-Que é isso mãe, está louca?
-E um pouco de farinha, minha filha, você quer? insistiu a mãe.
Quase que irritando a menina, a mãe segue lhe oferecendo vários ingredientes.
-Mãe, chega! Não é hora para piadas.
É verdade, disse a mãe. As coisas que te ofereci parecem mesmo serem ruins dessa forma, sozinhas, mas quando as colocamos juntas e na medida certa, elas se transformam em um delicioso bolo.
Muitas vezes nos questionamos sobre todos aqueles momentos desagradáveis que insistem em bater à nossa porta, caminhar ao nosso lado ou simplesmente cruzar o nosso caminho. Muitas dessas situações difíceis acontecerão ao longo de nossas vidas. Algumas, por mais que tentemos, não conseguiremos entender. Outras tantas, serão coisas que nós mesmos iremos atraír para nós, “inconscientemente”, é claro (falaremos sobre isso um outro dia).
Poderemos, então, nos sentir injustiçados, esquecidos, revoltados. “Coitados de nós”, como disse a Célia na coluna anterior. Mas também poderemos confiar no Universo, aceitando que nossa capacidade de compreensão “está” limitada enquanto que a sabedoria do Criador é infinita.
Nos preocupamos com coisas que ainda não aconteceram. Cultivamos mágoas e ressentimentos de coisas que já passaram. E assim, simples assim, não vivemos o hoje, o agora, o presente. E como o próprio nome diz, é PRESENTE, é dado.
Acordemos, então, aquela criança que existe dentro de cada um de nós, pois ela saberá o que fazer com este presente. Toda a criança sabe. Nós também sabemos, porque já fomos pequenos. Lembra quando os olhos brilhavam?... É que agora já esquecemos, não importa mais, afinal somos adultos, temos nossos afazeres, nossa carreira, nosso ego. Não temos tempo para avaliar “ingredientes” e ver como aproveitá-los em nossa vida. – Adulto! Quer uma dica? Faça o melhor que puder fazer por você, mas faça isso hoje. Aprenda a pedir, a agradecer, a confiar, a aceitar, a perdoar e o amanhã será mais fácil.
O sol brilhará lá fora, quer você queira ou não, quer você chore ou não. Então tente aproveitar o que lhe é dado hoje, de presente. Faça a sua “receita de um bolo” acontecer. A escolha é sua.
Na Terapia Reiki trabalhamos, dentre outras coisas, a relação do ser com o mundo a sua volta, o seu Eu com o Eu de cada um de nós, porque somos, na verdade, um só, todos nós, pequenos ingredientes deste planeta, deste Universo. Curta a vida como uma deliciosa fatia de bolo.
É sempre um prazer viver o hoje, com você.
contatos: fone (55) 3411-2639 ou 8128-1110
e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
Enquanto isso, sua mãe preparava os ingredientes para fazer um bolo e, virando-se para a menina, sorriu-lhe e perguntou se ela gostava de bolo de chocolate.
- Claro mãe, é o bolo que eu mais gosto, disse a garota.
-Então prova filha, disse a mãe, estendendo-lhe a mão com uma colher de óleo de cozinha.
-Que é isso mãe, está louca?
-E um pouco de farinha, minha filha, você quer? insistiu a mãe.
Quase que irritando a menina, a mãe segue lhe oferecendo vários ingredientes.
-Mãe, chega! Não é hora para piadas.
É verdade, disse a mãe. As coisas que te ofereci parecem mesmo serem ruins dessa forma, sozinhas, mas quando as colocamos juntas e na medida certa, elas se transformam em um delicioso bolo.
Muitas vezes nos questionamos sobre todos aqueles momentos desagradáveis que insistem em bater à nossa porta, caminhar ao nosso lado ou simplesmente cruzar o nosso caminho. Muitas dessas situações difíceis acontecerão ao longo de nossas vidas. Algumas, por mais que tentemos, não conseguiremos entender. Outras tantas, serão coisas que nós mesmos iremos atraír para nós, “inconscientemente”, é claro (falaremos sobre isso um outro dia).
Poderemos, então, nos sentir injustiçados, esquecidos, revoltados. “Coitados de nós”, como disse a Célia na coluna anterior. Mas também poderemos confiar no Universo, aceitando que nossa capacidade de compreensão “está” limitada enquanto que a sabedoria do Criador é infinita.
Nos preocupamos com coisas que ainda não aconteceram. Cultivamos mágoas e ressentimentos de coisas que já passaram. E assim, simples assim, não vivemos o hoje, o agora, o presente. E como o próprio nome diz, é PRESENTE, é dado.
Acordemos, então, aquela criança que existe dentro de cada um de nós, pois ela saberá o que fazer com este presente. Toda a criança sabe. Nós também sabemos, porque já fomos pequenos. Lembra quando os olhos brilhavam?... É que agora já esquecemos, não importa mais, afinal somos adultos, temos nossos afazeres, nossa carreira, nosso ego. Não temos tempo para avaliar “ingredientes” e ver como aproveitá-los em nossa vida. – Adulto! Quer uma dica? Faça o melhor que puder fazer por você, mas faça isso hoje. Aprenda a pedir, a agradecer, a confiar, a aceitar, a perdoar e o amanhã será mais fácil.
O sol brilhará lá fora, quer você queira ou não, quer você chore ou não. Então tente aproveitar o que lhe é dado hoje, de presente. Faça a sua “receita de um bolo” acontecer. A escolha é sua.
Na Terapia Reiki trabalhamos, dentre outras coisas, a relação do ser com o mundo a sua volta, o seu Eu com o Eu de cada um de nós, porque somos, na verdade, um só, todos nós, pequenos ingredientes deste planeta, deste Universo. Curta a vida como uma deliciosa fatia de bolo.
É sempre um prazer viver o hoje, com você.
contatos: fone (55) 3411-2639 ou 8128-1110
e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
Luz no caminho
Desde sempre, o homem busca sua felicidade de acordo com os caminhos com os quais se identifica ou que acredita serem adequados para encontrá-la. Assim, por meio daquilo que pode ver, sentir e obter, o homem contemporâneo procura sua tão sonhada felicidade. A casa perfeita, o casamento ideal, o melhor carro. Mas qual ou o quê pode-se definir como ideal, melhor ou perfeito?
A busca da felicidade é constante. Interminável, eu penso. Sendo assim, simples assim e sempre assim os objetivos vão se renovando. A satisfação, antes alcançada, agora dá lugar ao vazio da superação, da conquista.
Nesse ciclo vicioso, vamos tentando suprir a ausência de felicidade com bens materiais, relações, e outros prazeres de todo tipo... mas e ela, a felicidade, não vai chegar?
Durante todas as eras, o homem se fez essa mesma pergunta inúmeras vezes. Muitos deles, cansados de esperar encontrar a resposta no mundo lá fora, resolveram pensar, até buscar no mais íntimo do seu ser a resposta.
Alguns deles se isolaram sei lá onde, mas, em determinado momento, algo “mágico” aconteceu. Pode ter sido o canto de um pássaro, o brilho do sol (ou da lua), o vento, o som da chuva ou até mesmo o barulho de um trovão.
Observando, então, a natureza e tudo o que a cerca, perceberam que uma força maior existia. Uma força criadora, uma Inteligência Suprema. Interiorizando sobre toda essa beleza, chegaram à conclusão de que também eram obra daquela Inteligência e que faziam parte de algo magnífico.
Assim, numa espécie de êxtase, num raro momento de paz, ressoou em seus ouvidos essa Inteligência, a qual somente pode ser ouvida quando o homem se encontra consigo mesmo. Ao perceberem essa “voz interior”, sentiram-se plenos de alegria, de amor, de energia. Então, perceberam que haviam encontrado o caminho da felicidade. O caminho mais longo e mais árduo que um homem pode trilhar. Extenso como nada que já se viu antes. Sabe o caminho das pedras? Se não souber, pegue sua mão (é, pode ser a mão mesmo) e tente medir, em palmos, a distância de seu cérebro até seu coração...
E assim caminha a humanidade (frase célebre), cada peça sendo uma engrenagem nessa máquina perfeita chamada Universo, que precisa de cada um de nós para funcionar em harmonia. Cada um fazendo a sua parte!
Sinta seu coração, siga sua intuição.
É sempre um prazer estar aqui, com você.
contatos: fone (55) 3411-2639
e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
A busca da felicidade é constante. Interminável, eu penso. Sendo assim, simples assim e sempre assim os objetivos vão se renovando. A satisfação, antes alcançada, agora dá lugar ao vazio da superação, da conquista.
Nesse ciclo vicioso, vamos tentando suprir a ausência de felicidade com bens materiais, relações, e outros prazeres de todo tipo... mas e ela, a felicidade, não vai chegar?
Durante todas as eras, o homem se fez essa mesma pergunta inúmeras vezes. Muitos deles, cansados de esperar encontrar a resposta no mundo lá fora, resolveram pensar, até buscar no mais íntimo do seu ser a resposta.
Alguns deles se isolaram sei lá onde, mas, em determinado momento, algo “mágico” aconteceu. Pode ter sido o canto de um pássaro, o brilho do sol (ou da lua), o vento, o som da chuva ou até mesmo o barulho de um trovão.
Observando, então, a natureza e tudo o que a cerca, perceberam que uma força maior existia. Uma força criadora, uma Inteligência Suprema. Interiorizando sobre toda essa beleza, chegaram à conclusão de que também eram obra daquela Inteligência e que faziam parte de algo magnífico.
Assim, numa espécie de êxtase, num raro momento de paz, ressoou em seus ouvidos essa Inteligência, a qual somente pode ser ouvida quando o homem se encontra consigo mesmo. Ao perceberem essa “voz interior”, sentiram-se plenos de alegria, de amor, de energia. Então, perceberam que haviam encontrado o caminho da felicidade. O caminho mais longo e mais árduo que um homem pode trilhar. Extenso como nada que já se viu antes. Sabe o caminho das pedras? Se não souber, pegue sua mão (é, pode ser a mão mesmo) e tente medir, em palmos, a distância de seu cérebro até seu coração...
E assim caminha a humanidade (frase célebre), cada peça sendo uma engrenagem nessa máquina perfeita chamada Universo, que precisa de cada um de nós para funcionar em harmonia. Cada um fazendo a sua parte!
Sinta seu coração, siga sua intuição.
É sempre um prazer estar aqui, com você.
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Outra visão
A cada edição, a cada coluna publicada, vamos formando um todo. Somos terapeutas com um objetivo em comum, o de levar até você uma nova visão, ou melhor, uma outra visão de uma consciência que há muito já ouvimos falar: a de que somos parte de um grande mecanismo que precisa estar sempre em perfeita sincronia. Ocorre que a vida só acontece se esse “mecanismo” estiver em condições ideais de funcionamento. Sendo assim, HARMONIA é a palavra-chave. Fala-se muito à respeito, porém, é muito pouco o que efetivamente se faz. Apenas pensamos que fazemos o suficiente.
Os orientais (com exceção de uma minoria), estão muito à frente de nós, e essa afirmação nada tem a ver com política ou economia, mas sim com qualidade de vida, compreensão do mundo e distinção entre aquilo que depende de crença e o que independe. Eles, mais do que nós, têm a percepção de que aquilo que ultrapassa o plano físico, não deixa de existir, e ainda que não possam ver, possuem esse outro sentido, essa outra visão e evoluem espiritualmente, vivendo com mais equilíbrio, saúde e harmonia.
Nós, ocidentais, somos mais “práticos”. Dispensamos nossas atenções apenas às coisas que afetam nossas vidas de forma concreta. Para que perder tempo com nós mesmos, com aquele momento de paz que o nosso EU tanto nos cobra, mas que não escutamos, porque estamos surdos, como diz a canção do Roberto (que também é reikiano). Podemos ver tv nas horas de folga, não fazer coisa alguma ou trabalhar até as 23h. que “não dá nada”. Já ouvi muito essa expressão que, aliás, considero de um desconhecimento absurdo, pois tudo aquilo que é feito tem algum tipo de resposta, cedo ou tarde, agradável ou não.
A energia REIKI é uma daquelas “coisas” que existem mesmo que não se acredite. A própria Física Quântica mostra que tudo pode ser reduzido à energia, e como manipulá-la. Assim, nos aproximamos cada vez mais dos conceitos orientais que declaram a energia como o princípio que, quando condensado, forma a matéria. Portanto, energia é a base de tudo, e isso nada tem a ver com misticismo. Tem a ver com felicidade, paz de espírito e harmonia plena. Tem a ver com a cura de antigas feridas que são manifestadas no nosso corpo físico como doenças.
Sabemos quem realmente é, e o que quer de nós, aquele que nos olha do outro lado do espelho?
Um dia desses continuamos.
Pense a respeito. Um grande abraço.
contatos: fone (55) 3411-2639
e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
Os orientais (com exceção de uma minoria), estão muito à frente de nós, e essa afirmação nada tem a ver com política ou economia, mas sim com qualidade de vida, compreensão do mundo e distinção entre aquilo que depende de crença e o que independe. Eles, mais do que nós, têm a percepção de que aquilo que ultrapassa o plano físico, não deixa de existir, e ainda que não possam ver, possuem esse outro sentido, essa outra visão e evoluem espiritualmente, vivendo com mais equilíbrio, saúde e harmonia.
Nós, ocidentais, somos mais “práticos”. Dispensamos nossas atenções apenas às coisas que afetam nossas vidas de forma concreta. Para que perder tempo com nós mesmos, com aquele momento de paz que o nosso EU tanto nos cobra, mas que não escutamos, porque estamos surdos, como diz a canção do Roberto (que também é reikiano). Podemos ver tv nas horas de folga, não fazer coisa alguma ou trabalhar até as 23h. que “não dá nada”. Já ouvi muito essa expressão que, aliás, considero de um desconhecimento absurdo, pois tudo aquilo que é feito tem algum tipo de resposta, cedo ou tarde, agradável ou não.
A energia REIKI é uma daquelas “coisas” que existem mesmo que não se acredite. A própria Física Quântica mostra que tudo pode ser reduzido à energia, e como manipulá-la. Assim, nos aproximamos cada vez mais dos conceitos orientais que declaram a energia como o princípio que, quando condensado, forma a matéria. Portanto, energia é a base de tudo, e isso nada tem a ver com misticismo. Tem a ver com felicidade, paz de espírito e harmonia plena. Tem a ver com a cura de antigas feridas que são manifestadas no nosso corpo físico como doenças.
Sabemos quem realmente é, e o que quer de nós, aquele que nos olha do outro lado do espelho?
Um dia desses continuamos.
Pense a respeito. Um grande abraço.
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Onde anda a nossa Fé?
Esta semana uma amiga me disse que já não tem mais fé. O emocional a “zero”, como ela mes-ma desabafou. Suas orações, todas engavetadas. Suas esperanças... um momento, o que é mesmo esperança? Martin Luther King dizia que “esperança não é sonho, mas sim uma maneira de traduzir os sonhos em realidade.” Complementando, penso que esperança seja fé no futuro, próximo ou distante.
Então, chegamos na fé. Diferente da credulidade, do acreditar, que muitas vezes alimenta-se de coisas imaginárias, necessitando, portanto, do consentimento intelectual, a fé é uma confiança que nasce do coração. Aquilo em que a fé tem confiança é, de fato, verdadeiro, e, ainda que muitas vezes transcenda a nossa razão, não encontra contrariedade no nosso Eu interior.
Um grande amigo meu dizia, em seu segundo livro, em 1998, que “para quem crê de verdade, tudo é possível”. Essa frase é de um realismo a toda prova, como ele próprio definiu, e esse “crer” refere-se a fé como instrumento operando em nossos corações. Fé em Deus.
REIKI - FÉ NA ENERGIA DO UNIVERSO
O conceito de cura é bastante vasto. Maior, ainda, são as formas de obtê-la. Não entro, portanto, no mérito da questão, pois acredito que a generosidade de aceitar que o bem aconteça, sem julgamentos, sem dogmas, é algo tão grandioso que, com toda a certeza, está em um nível muito mais acima do que o “nosso poder de tomar para si” pode conceber.
A TERAPIA REIKI, sendo inteiramente holística (considera o “todo”) ajuda as pessoas a se tornarem plenas e, assim, se recuperarem de suas enfermidades. Age de dentro para fora, não importando os sintomas, visto que estes são apenas manifestações de algo mais interno, mais profundo. É claro que não devem ser desconsiderados, pois quando analisados, fornecem uma leitura daquilo que ocorreu ou está ocorrendo em nossa vida.
O Reiki é eminentemente prático e simples, e nisso está o seu encanto. Se você conhece o Reiki, entende o que eu digo. Se estiver tomando conhecimento através destas colunas, seja bem-vindo(a) nessa jornada. Se desejar, pergunte, questione. Esse é o caminho para o conhecimento.
Um grande abraço e muita Fé!
contato com o Terapeuta: fone (55) 3411-2639
e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
Então, chegamos na fé. Diferente da credulidade, do acreditar, que muitas vezes alimenta-se de coisas imaginárias, necessitando, portanto, do consentimento intelectual, a fé é uma confiança que nasce do coração. Aquilo em que a fé tem confiança é, de fato, verdadeiro, e, ainda que muitas vezes transcenda a nossa razão, não encontra contrariedade no nosso Eu interior.
Um grande amigo meu dizia, em seu segundo livro, em 1998, que “para quem crê de verdade, tudo é possível”. Essa frase é de um realismo a toda prova, como ele próprio definiu, e esse “crer” refere-se a fé como instrumento operando em nossos corações. Fé em Deus.
REIKI - FÉ NA ENERGIA DO UNIVERSO
O conceito de cura é bastante vasto. Maior, ainda, são as formas de obtê-la. Não entro, portanto, no mérito da questão, pois acredito que a generosidade de aceitar que o bem aconteça, sem julgamentos, sem dogmas, é algo tão grandioso que, com toda a certeza, está em um nível muito mais acima do que o “nosso poder de tomar para si” pode conceber.
A TERAPIA REIKI, sendo inteiramente holística (considera o “todo”) ajuda as pessoas a se tornarem plenas e, assim, se recuperarem de suas enfermidades. Age de dentro para fora, não importando os sintomas, visto que estes são apenas manifestações de algo mais interno, mais profundo. É claro que não devem ser desconsiderados, pois quando analisados, fornecem uma leitura daquilo que ocorreu ou está ocorrendo em nossa vida.
O Reiki é eminentemente prático e simples, e nisso está o seu encanto. Se você conhece o Reiki, entende o que eu digo. Se estiver tomando conhecimento através destas colunas, seja bem-vindo(a) nessa jornada. Se desejar, pergunte, questione. Esse é o caminho para o conhecimento.
Um grande abraço e muita Fé!
contato com o Terapeuta: fone (55) 3411-2639
e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
Terapias Complementares em nossa vida - II
Dando continuidade ao tema da semana passada, tão bem iniciado aqui pela Célia e pela Nilza, queridas companheiras de jornada, convido você, que não por acaso está agora lendo esta coluna, a entrar, mais uma vez, neste maravilhoso mundo interior que existe em cada um de nós. Um universo paralelo, único, especial, porém esquecido e abandonado a toda sorte de acontecimentos do dia-a-dia, cada vez mais corrido, mais competitivo e menos contemplativo.
A partir dos nossos pensamentos damos forma ao que será, então, nossa realidade. Precisamos estar em perfeito equilíbrio com o nosso “eu interior”, com as outras pessoas, com todos os seres vivos, com esta natureza que nos envolve e que hoje dá claros sinais que já não mais suporta tanta ingratidão. A harmonia é essencial, pois dela nasce a paz, o amor. Precisamos mais do que nunca desta energia, que sempre nos foi presenteada de forma grandiosa, mas nossas atenções estavam voltadas aos nossos interesses pequenos.
Reiki é a energia do “mais”. É a energia em uma de suas formas mais puras, que nos supre e nos torna mais serenos, mais tranqüilos, mais tolerantes, mais saudáveis, mais intuitivos, mais capazes, aumentando nossa criatividade, auto-estima e auto-confiança, pois expande o nosso campo áurico.
Reiki é a antiga arte tibetana de canalizar energia vital pela imposição das mãos, mais tarde redescoberta no Japão, por Mikao Usui.
Cabe salientar que o Reiki não tem conotação religiosa, embora sua eficácia nos faça acreditar ainda mais em Deus. É uma energia curativa que unifica corpo, mente e espírito. Transforma nossas vidas, ajudando-nos a enfrentar desafios ou a aceitar limitações. Reiki é energia confortadora. Reiki é amor.
O assunto está apenas começando...
Ao fundo, a música Tocando em frente, do Renato Teixeira e do Almir Sater, de letra simples, porém cheia de significados, faz pensar. Neste clima, saúdo a cada um e a todos com um forte abraço, e fica aqui o desejo de nos encontrar-mos novamente.
* Emílio Jacques, Rk – Terapeuta Reiki
e-mail: reikiterapia@ibest.com.br
A partir dos nossos pensamentos damos forma ao que será, então, nossa realidade. Precisamos estar em perfeito equilíbrio com o nosso “eu interior”, com as outras pessoas, com todos os seres vivos, com esta natureza que nos envolve e que hoje dá claros sinais que já não mais suporta tanta ingratidão. A harmonia é essencial, pois dela nasce a paz, o amor. Precisamos mais do que nunca desta energia, que sempre nos foi presenteada de forma grandiosa, mas nossas atenções estavam voltadas aos nossos interesses pequenos.
Reiki é a energia do “mais”. É a energia em uma de suas formas mais puras, que nos supre e nos torna mais serenos, mais tranqüilos, mais tolerantes, mais saudáveis, mais intuitivos, mais capazes, aumentando nossa criatividade, auto-estima e auto-confiança, pois expande o nosso campo áurico.
Reiki é a antiga arte tibetana de canalizar energia vital pela imposição das mãos, mais tarde redescoberta no Japão, por Mikao Usui.
Cabe salientar que o Reiki não tem conotação religiosa, embora sua eficácia nos faça acreditar ainda mais em Deus. É uma energia curativa que unifica corpo, mente e espírito. Transforma nossas vidas, ajudando-nos a enfrentar desafios ou a aceitar limitações. Reiki é energia confortadora. Reiki é amor.
O assunto está apenas começando...
Ao fundo, a música Tocando em frente, do Renato Teixeira e do Almir Sater, de letra simples, porém cheia de significados, faz pensar. Neste clima, saúdo a cada um e a todos com um forte abraço, e fica aqui o desejo de nos encontrar-mos novamente.
* Emílio Jacques, Rk – Terapeuta Reiki
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